quarta-feira, 2 de julho de 2008

“Porque agora escolhi e santifiquei esta casa, para que o meu nome esteja nela perpetuamente; e nela estarão fixos os meus olhos e o meu coração para sempre” IICr 7:16



A foto que vocês vêem tem grande significado. Ela mostra um bebe que sobreviveu ao terrível ataque terrorista que aconteceu hoje no centro de Jerusalém. O bebe foi levado para o hospital e mais tarde descobriu-se que seus pais morreram no atentado, sacrificando suas vidas para que sua pequena filha sobrevivesse.

Por volta das 12h, em um dos pontos mais movimentados de Jerusalém (rua Jaffa com Sarei Israel), um dos trabalhadores de uma linha de metrô entrou em um trator e percorreu cerca de 100 metros passando por cima de pessoas nas calçadas, carros e atingindo um ônibus coletivo. Após minutos de desespero pelas ruas de Jerusalém, alguns policiais conseguiram pular sobre o veículo para tentar prender o terrorista. Após resistir às tentativas de prisão de 2 policiais, o homem foi morto, cessando um rastro de destruição. O condutor do trator era um árabe, cidadão israelense, de nome Hussam Dwayat, morador da parte árabe de Jerusalém. Antes de ser alvejado, Hussam gritou em árabe: “Alla Akhbar” – Alá é grande, o que comprova o ato de terrorismo. Apesar de 3 organizações palestinas já terem assumido o atentado, as autoridades crêem que o atentado foi organizado pelo próprio Hussam, que agiu sozinho. Três pessoas morreram e 66 ficaram feridas.


Estávamos no Ulpan (escola de Hebraico) que fica a três ou quatro quarteirões de onde ocorreu o atentado, na rua paralela à rua Jaffa. Saímos da aula às 13horas e nos deparamos com a confusão próximo ao local que caminhamos todos os dias para ir e voltar do Ulpan. Um grande livramento da parte do Eterno evitou que fossemos vítimas do ódio islâmico.

O que muitos não entendem é que este conflito sangrento entre muçulmanos e israelenses não tem por objetivo território. Os que assim pensam passam por cima do aspecto mais importante nesta questão: a religião. Os muçulmanos não lutam contra os judeus ou contra o Estado de Israel. Esta é uma guerra do islamismo contra o Deus de Israel, Suas Leis, Sua Terra e acima de tudo, Seu povo. Esta é uma guerra entre deuses e não entre povos: O Deus de Israel contra Alá, o deus islâmico. São palavras como as proferidas em IICr 7:16 que motivam um ato cruel como o que aconteceu hoje em Jerusalém. O ódio é contra a escolha de Deus em relação a Jerusalém (sua morada Eterna) e em relação ao Seu povo, o povo de Israel. Israel pode ceder todo o seu território para os palestinos, mudando seus 5.5 milhões de judeus para a Patagônia. Ainda assim o ódio persistiria e os ataques continuariam existindo. Não é uma luta contra os judeus, mas contra o Deus dos judeus.

O que os árabes não sabem é que não existe outro deus na Terra ou nos céus, e que o Deus de Israel é o único Deus criador do universo. O que desconhecem é que Israel é a menina dos olhos do Pai, e ainda que aparentemente “ausente” aos olhos das nações, Deus cuida do Seu povo bem de perto, corrigindo-o e guiando-o por sua árdua mais honrosa missão de ser Luz para as nações, bênçãos para as famílias deste planeta. Jerusalém não foi tomada pelos judeus em 1967, nem a “Palestina” dada aos judeus em 1948. Jerusalém foi escolhida por Deus para Sua morada, e Israel escolhido para morada do Seu povo. Os que têm problema com as escolhas do Eterno lutam e argumentam contra o próprio Deus.
Contamos com as orações de todos em favor das famílias das pessoas que pereceram neste atentado. Precisamos das orações dos justos pela PAZ em Jerusalém. Somos sustentados pelas vossas orações e pela vossa intercessão. Com certeza, nosso livramento já foi fruto disso.
Na esperança da vinda de nosso Messias,
MZandona