domingo, 21 de setembro de 2008

Mudanças no futuro político da Nação Judaica

Como já era de se esperar, Tzipi Livni nem assumiu o cargo de 1° Ministro e já enfrenta sua primeira crise política. No mesmo dia em que Ehud Olmert entregou sua carta de resignação ao presidente Shimon Perez, os três partidos políticos que apoiavam a saída de Olmert e o governo de Tzipi Livni, decidiram mudar de idéia. O partido religioso do Shas (liderado por Eli Ishay), o partido trabalhista (de Iehud Barak) e o Likud (de Benjamin Netanyahu) pensam agora em formar uma aliança para pedir a formação de um governo emergencial, com eleições imediatas.

Tanto o partido trabalhista quanto o Likud, fizeram parte da coalizão para pedir a resignação de Ehud Olmert , garantindo seu apoio a substituição de Olmert por outro representante do partido governista, o Kadima, que governaria até o final de 2010. Livni foi eleita como substituta de Olmert, mas seus aliados políticos decidiram “puxar seu tapete”. Tanto o Likud de Iehud Barak, quanto o Likud, tiveram a oportunidade de pedirem eleições emergenciais antes da resignação de Olmert, mas não o fizeram pois concordaram em apoiar o governo sucessor de Livini. Mas o jogo mudou quando todos viram Olmert realmente cumprindo com sua palavra e deixando o poder.

O presidente Shimon Peres (esq), recebe a carta de resignação do 1° Ministro Ehud Olmert

Agora, tudo vai depender da capacidade do Kadima e de Tzipi Livni de conseguir coalizões e formar um governo substituto em 38 dias. Se os partidos que anteriormente apoiavam o Kadima, mudarem de opinião e pedirem a formação de um governo emergencial, poderemos ter novas eleições para primeiro ministro ainda este ano.

Se anteriormente havia temores quando à tendência liberal de Tzipi Livni, agora a situação se agrava ainda mais. Só de pensar que poderemos ter um governo formado pela aliança de Benjamin Netanyahu e Iehud Barak, já serve para mobilizarmos todos para orarem e intercederem pelo futuro da nação israelense. Este é um governo que nenhum judeu que crê no Eterno e na Torá, deseja ver. Contamos com a oração de todos para que a vontade de Deus prevaleça em meio ao complicado e descrente cenário político israelense.

A todos um Shavúa Tôv e Shaná Tová,

MZandona