Ajuda Humanitária
Israel tem permitido a entrada de ajuda humanitária desde ANTES do início do conflito, e tem feito o mesmo durante o conflito. Dois dias depois de iniciado o confronto, o porta-voz do Hamás REJEITOU ajuda humanitária do Egito visando enfatizar ao mundo o sofrimento do povo palestino. A ONU reclama que a ajuda não tem sido suficiente devido à precária situação de Gaza ANTERIOR ao conflito, situação essa de inteira responsabilidade do Hamás e seu governo.
Operações do Exército Israelense
Além de realizar diariamente centenas de LIGAÇÕES telefônicas avisando civis sobre os ataques, o exército israelense também distribui panfletos alertando a população a ficar longe de determinadas áreas que são utilizadas pelo Hamás. Hoje, na cidade de Rafah, milhares de panfletos foram despejados de aviões Israelenses com os dizeres: “Pelo fato do Hamás utilizar a vossa casa para esconder e contrabandear armamento militar, o exército Israelense atacará a área entre a fronteira com o Egito até a estrada costeira.” Como resultado, mais de 800 pessoas foram para abrigos da ONU, mas muitas foram ameaçadas de morte por militantes do Hamás caso deixassem suas casas. O Hamás precisa de civis como escudos humanos. Vários palestinos foram mortos por desobedecerem às ordens dos terroristas.
Escudo HUMANO
Soldados Israelenses no front e oficiais da ONU têm relatado que militantes do Hamás se apropriam de ambulâncias para conduzirem ataques contra as tropas Israelenses. Em várias destas ambulâncias foram achadas crianças em estado de choque. Elas afirmaram que soldados do Hamás as obrigaram a entrar nos veículos antes dos ataques. Mas é claro que a CNN não publicará as declarações dos soldados e dos oficiais da ONU sobre este fato.
Hamás VETA Cessar-fogo
Apesar da constante pressão internacional para um cessar-fogo definitivo na região, o representante do partido político do Hamás, Moussa Abu Marzouk, declarou nesta quarta-feira que “o Hamás sequer falará sobre um cessar-fogo permanente enquanto Israel continuar sua ‘ocupação’, e continuará sua resistência contra os sionistas.” Marzouk refere-se não à ocupação de Gaza (pois desde 2005 Israel deixou completamente o local com independência política e territorial dada à Autoridade Palestina), mas sim a presença de Judeus em ISRAEL como um todo. Mais uma vez lembro a todos que o objetivo do Hamás não é nem nunca foi a criação de um estado Palestino independente, mas sim, a total aniquilação de Israel. Infelizmente, as “crianças” de Gaza embaçam a visão do mundo sobre as verdadeiras intenções do Hamás.
Fronteiras
O Hamás exige a abertura das fronteiras com o Egito e com Israel, e mostra ao mundo como a fechamento de tais regiões tem prejudicado o povo palestino em geral. Mas as pessoas se esquecem que as fronteiras foram fechadas apenas em 2007, quando o Hamás entrou em confronto com a Autoridade Palestina e tomou à força o controle das áreas de fronteiras, utilizando-as para desviar ajuda humanitária e contrabandear armamento. Em julho de 2008 um cessa-fogo entre o Hamás e Israel foi assinado, permitindo às fronteiras permanecerem abertas permanentemente, contando que o Hamás interrompesse os ataques com foguetes à Israel. Como estes ataques nunca foram interrompidos (só no cessar fogo o Hamás lançou mais de 350 foguetes), Israel periodicamente fechava as fronteiras. Em dezembro de 2008, o Hamás declarou que não renovaria o cessar-fogo devido às “violações” de Israel.



