quarta-feira, 5 de julho de 2017

Para sempre Jerusalém



              Jerusalém é a eterna capital para os judeus, primeiramente, depois para os cristãos, mas nunca foi a capital para os muçulmanos. Na parte sul do Muro das Lamentações, alguém, no início do segundo século, riscou um grafite com o seguinte versículo: “E vós vereis e alegrar-se-á o vosso coração, e os vossos ossos reverdecerão como a erva tenra; então a mão do Senhor será notória aos seus servos, e ele se indignará contra os seus inimigos.” Isaías 66:14
              Todo o capítulo 66 do livro de Isaías fala sobre Jerusalém e o final do livro de Apocalipse é sobre Jerusalém. O general romano Tito cunhou uma moeda com a inscrição Judea Capita – o estado moderno de Israel cunhou uma moeda memorativa: Judea ReCapita. Não importa o que aconteça, hoje ou amanhã, Jerusalém sempre será reivindicada e o Trono de Misericórdia com Yeshua o Messias assentado nele será eternamente em Jerusalém e as nações virão para adorar o Deus de Abraão, Isaque e Israel – para sempre em Jerusalém.
              Deus abençoe a todos vocês,

              Joseph Shulam

domingo, 18 de junho de 2017

Presença messiânica na Semana do Livro Hebraico enfurece os ultra-ortodoxos

O presidente Reuven Rivlin e sua mulher visitam a Feira de Livro na Estação Central de Jerusalém.

              Ocorreu em Israel, na semana passada, a Semana do Livro Hebraico, um evento anual que tem duração de uma semana e celebra a literatura hebraica.
              O evento é marcado por feiras de livro em cidades por todo o país. E a presença de editoras de livro messiânicas em várias dessas feiras deixaram os judeus ultra-ortodoxos “anti-missionários” irritados.     
              Na verdade, o grupo anti-missionário por muitas vezes violento, Yad L’achim fizeram uma ocorrência policial após descobrirem um estande pertencente à editora “HaGefen”, na feira de livros da cidade de Rishon Letzion.
              A HaGefen é uma editora messiânica bastante conhecida. Entre os livros apresentados na feira, estava a série intitulada “O Testemunho”, que é uma tradução moderna da Bíblia, voltada para os jovens israelenses.
              O Yad L’achim alegou que os livros constituem “incitamento e solicitação de menor para conversão”.
              O que mais incomoda grupos como o Yad L’achim é que esses livros não são identificados como sendo “cristãos”.  Eles se recusam a aceitar que os judeus messiânicos são parte integral do povo judeu como um todo e de Israel.
              “Os compradores inocentes não sabem que esses são livros missionários que encorajam a conversão ao cristianismo”, constava na ocorrência feita pelo Yad L’achim.
              A HaGefen publicou uma nota respondendo que é registrada como uma organização sem fins lucrativos na cidade de Rishon Letzion por nada menos que 42 anos. Salientou ainda que a série de livros “ofensivos” “O Testemunho” consiste basicamente de uma tradução moderna literal da Bíblia.

              Fonte: Israel Today