quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Últimas notícias – Operação GAZA

Primeiramente gostaria de agradecer por todos os e-mails recebidos e principalmente pelas orações a nosso favor. Estamos bem e acompanhando de perto toda a tensão e tristeza que este conflito tem gerado para ambos os lados. A todos o nosso Todah Rabá (muito obrigado) e continuem orando por nós.

A situação aqui em Israel está tensa. Hoje, quarta-feira, houve protestos em várias cidades, alguns contra e outros a favor da ofensiva contra as instalações do Hamás em Gaza, iniciada no último sábado. Israel optou por não conceder um cessar fogo até que os objetivos sejam alcançados, os quais incluem o total desmantelamento do potencial de fogo do Hamás. Isto significa que enquanto houver foguetes sendo lançados à cidades Israelenses provenientes de Gaza, Israel não cessará sua incursão militar. Pela primeira vez foguetes do Hamás alcançaram cidades israelenses a mais de 40Km de distância da fronteira com Gaza, incluindo Beer Sheva. Só ontem mais de 50 foguetes foram lançados contra cidades ao sul.

Foguete lançado de Gaza contra a cidade de Sderôt, ao Sul de Israel - 300 apenas durante o "cessar-fogo" do Hamás.

Pelo que tenho acompanhado da mídia internacional, principalmente a brasileira, há uma grande distorção dos fatos com o intuito de mostrar Israel como o “grande inimigo” que tem punido a população palestina. Vejo fotos nos principais jornais nacionais com grande apelo dramático, onde são mostradas crianças e mulheres desesperadas em meio a imagens de destruição. Não é mostrado que a maioria dos mortos e feridos eram militantes do Hamás, ou seja, dos 390 mortos até hoje, 280 eram membros da facção terrorista. Ninguém mostra o terror e o medo que o Hamás plantou nos habitantes de várias cidades israelenses próximas à fronteira com Gaza, em meses e meses de foguetes DIÁRIOS lançados contra estas populações. Aliás, apenas durante o “cessar-fogo” que vigorou de Junho à Dezembro deste ano, militantes do Hamás lançaram mais de 300 foguetes contra Sderot e Ashkelon; eu disse 300! Ainda assim, as pessoas acreditam nas declarações de integrantes do Hamás que foi Israel o responsável pela quebra do cessar-fogo.
Também não vejo anunciado em lugar algum a escolha do Hamás de armazenar armamento em áreas residenciais visando proteger seu arsenal bélico. Para estes fundamentalistas, a vida não tem valor, pois civis são usados como escudos humanos. Nenhum jornal, (a não ser os jornais locais daqui), noticiou que o Hamás PROIBIU a entrada de ajuda humanitária proveniente do Egito, visando claramente a degradação da população de GAZA com fins de aumentar o sofrimento da população, uma vez que este é o tipo de imagem que vende aos jornais internacionais: os palestinos sofrendo nas mãos dos “terríveis” israelenses. Não vejo ninguém noticiando que os hospitais das mesmas cidades atacadas pelos foguetes do Hamás, abriram suas portas para receberem os feridos de Gaza. E quem noticiou que a inteligência militar Israelense, a AMAN, realizou mais de 100.000 ligações telefônicas uma semana antes dos ataques, alertando a população civil de GAZA a ficar longe de prédios e construções utilizados pelo Hamás? Eu digo que o verdadeiro crime é manipular informações como a mídia internacional tem feito (principalmente a brasileira), visando mostrar apenas um lado da história e ainda assim, tremendamente deturpado. Como será que o exército brasileiro reagiria se um grupo de terroristas argentinos bombardeasse constantemente cidades brasileiras na fronteira? Ou o que fariam os EUA se cidades da Califórnia fossem diariamente atingidas por foguetes mexicanos? Será que esperariam tanto como Israel esperou?

Livramento - Escola atingida na manhã de hoje em Beer Sheva, à 40km da fronteira com Gaza. Ontem à noite o prefeito da cidade cancelou as aulas temendo ataques do Hamás.


Todos em Israel, principalmente nas cidades próximas à Cisjordânia como Jerusalém, temem que a aparente paz dará lugar a uma devastadora retaliação palestina, com ataques suicidas sendo conduzidos por árabes israelenses em locais públicos. Apesar do controle político da Cisjordânia estar nas mãos do Fatah (lembrando que o Fatah e o Hamás há pouco tempo ainda estavam em guerra civil) cremos que as facções terroristas se unirão novamente para atacarem a Israel. Daí a grande tensão que se encontram as pessoas em cidades como Jerusalém, com grande população árabe muçulmana.

Termino este post com um outro artigo, publicado ontem pelo jornal Jerusalem Post, que vai ajudar ainda mais os leitores deste blog a entenderem o que realmente está acontecendo por aqui. Mais uma vez peço para que as pessoas não julguem a situação pelo que vêem na rede Globo ou na CNN, mas busquem conhecer mais a fundo as verdadeiras raízes deste conflito que jamais foi nem nunca será por causas territoriais.

Contamos com as orações de todos,

Mzandonna



Queremos um “Cessar-terror”, não um cessar-fogo

Jerusalem Post – 30/12/2008

No quarto dia da operação GAZA e com diversas reivindicações internacionais, ainda é muito prematuro para Israel pensar em um cessar-fogo. É o Hamás que precisa de uma saída estratégica para cessar a situação devastadora criada por ele mesmo. Os líderes do Hamás ordenaram o ataque além da fronteira contra Israel em Junho de 2006, quando dois soldados israelenses foram mortos e Gilad Schalit foi raptado. Eles iniciaram uma guerra civil com o Fatah transformando Gaza em um grande campo de guerra islâmico. Centenas de palestinos perderam a vida neste conflito interno iniciado pelo Hamás.

Eles se trancaram no velho mantra árabe: “sem reconhecimento, sem negociação e sem paz”. O Hamás também se recusou a honrar os acordos assinados entre a OLP e Israel. Foram contrários à criação de um Estado Palestino, transformando a faixa de Gaza em um local de confinamento e isolamento político e social.

Desde o início da operação GAZA no último sábado, 400 instalações do Hamás foram destruídas. Grande parte dos símbolos do regime fundamentalista foi destruída e os líderes do Hamás se esconderam, abandonando a população que desde 2005 enfrenta todos os tipos de problemas em detrimento do governo terrorista implantado pelo Hamás.

Israel mantém-se firme em seu propósito: prover segurança para as cidades ao sul e impedir o Hamás de atacar a população israelense. Alemanha, Inglaterra, França, Turquia, Grécia ou até os EUA jamais tolerariam ataques de mísseis contínuos em seus territórios. Israel também não permitirá!

Ataque da Força Aérea Israelense à Universidade Islâmica da cidade de Gaza - A instituição era controlada pelo Hamás desde 2005

Este processo de implantar paz duradoura e segurança no sul de Israel está apenas no início. Analistas militares estimam que metade do arsenal do Hamás ainda está intacto. A maioria de sua força armada está segura no subterrâneo. Em outras palavras, o Hamás está se protegendo enquanto deixa o povo palestino exposto e sem liderança. Quanto mais Israel conseguir impedir o governo do Hamás de exercer autoridade em Gaza, mais a legalidade islâmica é enfraquecida.

O Hamás poderia ter evitado a presente situação, uma vez que Israel iniciou uma campanha bem previsível. Ele também poderia ter cessado o lançamento de foguetes para encerrar o ataque israelense. Mas o Hamás não deseja isso. Ele quer os tanques israelenses entrando em Gaza. Ao continuar o ataque às cidades israelenses como Ashdod, Ashkelon, Sderot e Beer Sheva, o Hamás manipula o exército Israelense para dançar conforme a sua música, conforme suas regras. Eles sabem que há certos alvos (como por exemplo os depósitos de munição que estão localizados em áreas residenciais) que a força aérea israelense não atacará. Eles também sabem que apenas o ataque aéreo de Israel não poderá cessar o lançamento de foguetes pelos terroristas.

Integrantes da Jihad Islâmica preparam foguetes que serão lançados contra Israel - GAZA

O Hamás não pode receber o que tanto deseja. Ele quer que Israel envie suas tropas terrestres pelos campos e estradas de Gaza para realizar uma série de ataques e emboscadas aos soldados israelenses. Tais ataques estão sendo preparados há anos.

Não podendo cessar os ataques, o Hamás conta com a pressão interna e também a pressão internacional para fazer Israel declarar um cessar fogo, o que daria tempo o suficiente para a facção se reagrupar. Eles precisam disso para declarar a “vitória moral” contra Israel, para demonstrar que o ocidente não tem resposta, só podendo assistir ao crescimento do extremismo islâmico. Finalmente, o Hamás precisa de um cessar-fogo segundo seus próprios termos, ou corre o risco de entregar a liderança de Gaza para Mahmoud Abbas, como exigido pelo Egito.

Assim, o que o Hamás quer ele está aos poucos recebendo. Ele quer que os jornais internacionais continuem a disseminar imagens dramáticas que escondem o fato que a maioria dos mortos e feridos no confronto eram militantes do Hamás. Ele quer que a imprensa divulgue fotos e vídeos que mostre apenas os palestinos, e jamais o trauma israelense nas cidades ao sul.


A força aérea em breve terá feito tudo o que pode ser feito; e ainda assim, o Hamás ainda continuará lançando seus foguetes. Israel terá então que demonstrar sua capacidade militar não pela força, mas por sua capacidade histórica de utilizar estratégias novas contra o inimigo e não entrar em uma batalha já planejada pelo lado oposto.

Cedo ou tarde a liderança militar e política do Hamás sairá de seu esconderijo, e a força aérea terá que terminar sua missão. Enquanto isso, o fronte israelense será testado, tendo que demonstrar paciência e persistência.

Não deve haver um cessar-fogo até que o objetivo anunciado de garantir segurança nas cidades do sul tenha sido alcançado.

sábado, 27 de dezembro de 2008

Nesta manhã de shabat acordamos ao som de caças Israelenses. Achamos um pouco estranho pois não é comum exercícios militares no Shabat. Poucas horas depois, descobrimos se tratar da resposta de Israel aos militantes do Hamás sob a forma de um devastador ataque aéreo contra prédios e locais utilizados pelos terroristas. Até o momento, 155 pessoas morreram e mais de 200 estão feridas de acordo com a autoridade Palestina. Israel deixou completamente a Faixa de Gaza há três anos, e conforme predito por especialistas locais, a violência contra as cidades judaicas próximas à fronteira aumentou em 40%. Mais uma prova para os pseudo-especialistas que existem por aí que este não é um conflito territorial, mas sim religioso e ideológico. O objetivo de grupos como o Hamás nunca foi co-existir com Israel, mas sim, destuir Israel. Ainda assim, o ataque de hoje já está gerando grande polênica interna aqui em Israel, e a população judaica está dividida.

Ataque da força aérea Israelense contra prédios utilizados pelo Hamás em Gaza

Nesta semana, militantes do Hamás lançaram dezenas de foguetes Qassam em cidades judaicas próximas às fronteiras com a Faixa de Gaza e até mesmo com o Líbano. Em apenas um dia foram lançados mais de 60 foguetes, totalizando mais de 100 apenas em menos de 5 dias. Este ataque contínuo de militantes do Hamás contra civis israelenses foi motivo de comemoração e festa em Gaza, uma vez estavam sendo feitos já há duas semanas sem retaliação alguma por Israel. Durante os vários meses de ataques diários às cidades judaicas, nenhum veículo da mídia internacional se preocupou em divulgar o fato. Mas agora que Israel decidiu atacar os postos do Hamás para defender seus cidadãos, tenho certeza que a mídia mundial cobrirá todos os detalhes, e como sempre, mostrará a situação com grande distorção da verdade.

Militantes do Hamás preparam foguetes para serem lançados contra cidades Israelenses: mais de 100 apenas nesta semana

Este ataque devastador com certeza terá uma resposta não apenas dos militantes do Hamás, mas também dos palestinos que moram e trabalham em Israel. São exatamente estes ataques, em sua maioria suicidas, que vitimam mais pessoas nos centros urbanos como Tel-Aviv, Haifa, Netanya e principalmente Jerusalém. Israel possui provas que as lideranças islâmicas da Síria, Egito e principalmente do Iran são as responsáveis pelo planejamento e suprimento bélico para grupos como o Hamás, o Fatah e o Hizbolá, (incluindo o intensivo ataque de foguetes desta semana), mas há uma certa relutância por parte de alguns países europeus como a Inglaterra, por exemplo, em reconhecer tal fato. Como exemplo, podemos citar o convite absurdo do canal 4 inglês ao presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, para discursar em rede nacional ao povo britânico uma mensagem especial de Natal. Ahmadinejad desejou aos cristãos “Boas Festas” e disse que se Jesus Cristo estivesse vivo nos dias de hoje ele seria contrário às “potências expansionistas”, uma referência direta aos EUA e a Israel. O fato do presidente iraniano declarar abertamente seu desejo de “riscar Israel do mapa”, além de seu conhecido ódio contra os infiéis do ocidente (cristãos e judeus), parece não ter importância para os diretores do Canal 4.

Mensagem de Natal de Ahmadinejad em rede nacional na Inglaterra: "Cristo retornará com um dos filhos do Mensageiro do Islamismo e guiará o mundo à era do amor, da irmandade e da justiça".

O ano de 2008 termina com uma grande crise econômica mundial, com o islamismo dominando e impondo suas normas à vários países europeus, e Israel lutando para proteger sua população contra centenas de ataques conduzidos pelo Hamás. Aos olhos humanos não há previsão de melhora, mas cremos que a intervenção divina opera exatamente em momentos como este. Contamos, mais do que nunca, com as orações e a intercessão de todos, pois sabemos que “muito pode, com sua eficácia, a súplica do Justo".

Desejando a todos um Sábado com a tão desejada PAZ,

MZandonna

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

A nação judaica viveu mais uma intensa semana. Acidente rodoviário, eleições do Kadima, atentados em Sderot e os preparativos para a Festa de Chanuká. Deixo vocês com alguns “insights” sobre os principais fatos:

Maior acidente rodoviário da História do Estado Judaico

Na última terça-feira, por volta das 16h, um ônibus com 58 guias turísticos russos caiu em uma ribanceira de 80 metros, no deserto do Neguév, vitimando 25 pessoas e ferindo mais de 30. Os visitantes russos, que haviam chegado em Israel poucas horas antes do acidente, iam para a cidade de Eilat onde participariam de uma conferência de agências de turismo de São Petersburgo. Testemunhas afirmam que o acidente foi causado por um “racha” entre o motorista do ônibus acidentado, Edward Gelfond, de 39 anos, e o motorista do 2° ônibus que transportava o grupo. Além de ter sua ficha repleta de infrações de trânsito, Gelfond tinha fama de abusar da velocidade. Hoje, após receber alta do hospital, Gelfond foi detido em prisão domiciliar até que as investigações sejam concluídas. Em visita oficial à Inglaterra, o primeiro ministro Israelense Ehud Olmert, declarou: “Temos que repensar sobre nossa cultura nas rodovias de Israel, a responsabilidade mútua nas estradas e a necessidade de treinar motoristas que transportam grande número de pessoas”. Realmente Olmert tem razão em suas palavras, pois todos sabem que as pessoas aqui em Israel são conhecidas por dirigirem “como se não houvesse outros veículos” nas ruas. Oremos para que o Eterno esteja trazendo consolo e conforto para os parentes das 25 vítimas do acidente. Esta é uma tragédia não apenas para estas famílias, mas para o Estado judaico e sua cultura fatal nas estradas.

Acidente no deserto: 25 mortos e 33 feridos. Imprudência causa a maior tragédia nas estradas de Israel desde 1948


Eleições do KADIMA

O Kadima realizou nesta semana a eleição dos 22 parlamentares que provavelmente representarão o partido no Knésset (Parlamento). Tzipi Livni e o vice-presidente já estão com seus assentos garantidos. Até agora o Kadima tem liderado as pesquisas de opinião nas eleições do ano que vem para 1° Ministro, onde Tzipi Livni assumiria o cargo mais importante da nação. Mas oposições entre o partido trabalhista e o religioso Shas, fazem das eleições uma grande incógnita. Este período de transição não é nada bom para Israel, e as opiniões sobre como resolver os principais problemas da nação divergem muito entre os vários partidos daqui. Israel precisa urgentemente de líderes que ao menos creem na veracidade dos Escritos Bíblicos e na existência do Deus de Israel, que formou e preservou nosso povo milagrosamente ao longo de milênios. O simples fato da existência do povo judeu e da nação de Israel já constitui prova irrefutável da existência deste Deus Eterno e de propósitos divinos para esta nação. Devemos sempre ter em mente que, segundo as Escrituras, em Israel a incredulidade do judeu (e principalmente dos líderes da nação) gera conseqüências sobre toda a nação. Daí a importância do mandamento dado pelo Rei Davi às nações: Orai (ou melhor: clamai) pela Paz em Jerusalém! (Sl 122:6).

ATAQUES EM SDERÔT

Esta semana mais de 50 foguetes vindos da faixa de Gaza atingiram cidades ao sul de Israel, principalmente Sderot, localizada a apenas 1km da fronteira. Na verdade, estes foguetes jamais deram trégua às populações destas cidades, ainda que aos olhos da mídia o grupo terrorista Hamas tenha assinado um cessar-fogo que deveria vigorar entre 19 de junho a 19 de dezembro deste ano. O representante oficial do grupo, Ayman Taha, afirmou que estava terminando o cessar-fogo antes do dia determinado pois Israel continua restringindo a entrada de alimentos e combustíveis na região. “O período de calma acabou”, afirmou Taha. Qualquer morador de Sderot, ao ouvir as declarações de Taha, diria na mesma hora: “QUE CALMA????” À imagem do Fatah, o Hamás brinca, usa e manipula a mídia internacional com declarações fantasiosas e acordos de “cessar-fogo” fictícios apenas para obter o favor da mídia internacional. Mas quem vive em Israel sabe que na prática, os atentados nunca cessaram. Como é possível trabalharmos em acordos de PAZ com o Hamás, o Fatah ou até mesmo o Hizbolá, sendo que no documento de constituição de TODAS estas organizações está enfatizado como objetivo número um “RISCAR ISRAEL DO MAPA”? Que tipo de negociação inteligente e eficaz pode existir com alguém que não deseja co-existir com você, mas sim, te destruir?

Homem mostra os foguetes coletados em Sderot em apenas 1 mês da "trégua" do Hamás (acima). Casa atingida pelos ataques desta semana (abaixo).

CHANUKÁ!

Terminamos o post desta semana com uma boa notícia: É chegada a Festa de CHANUKÁ (Dedicação)! Por todas as ruas em Jerusalém e nas principais cidades de Israel pode-se ver Chanukiôt (candelabros de 9 pontas) iluminando e decorando os principais locais. Chanuká tem início no dia 21 ao pôr-do-sol, e tem duração de 8 dias. Celebramos o milagre da derrota do exército seleucita pelos corajosos Macabeus e a re-dedicação do Templo em Jerusalém, no ano 165 a.C. Celebramos também o milagre da Luz da Menorá no interior do Templo, que durante estes dias de celebração, brilhou por 8 dias com o óleo sagrado suficiente apenas para um dia. A história de Chanuká nos ensina que a vitória pertence a Deus, mas a batalha pertence a nós. Ele nos dá a vitória, mas somos nós quem pegamos as armas e enfrentamos o inimigo. Não em nossa própria força, mas na Força do Deus todo poderoso. Chanuká significa lutarmos pelo direito de sermos judeus, de servirmos ao nosso Deus não tendo medo ou vergonha de obedecê-Lo. Que Israel se lembre dos milagres do passado e volte-se novamente para os princípios do Eterno, não confiando em sistemas religiosos falidos e corruptos, mas buscando agradar a este Deus amando-O e guardando a sua Lei, Seus estatutos e os Seus mandamentos. Somente assim, apressaremos a vinda do Messias e Seu Reino milenar: Luz e Salvação para as nações da Terra e Glória para o povo de Israel!


Garoto acende as velas da "Chanukía" - Tradição milenar iluminas as casas e os corações da nação Judaica


Chag Chanuká Sameach – Feliz Festa de Chanuká!

MZandona

sábado, 13 de dezembro de 2008

Uma imagem diz mais que mil palavras...




Descobri esta imagem outro dia na internet. Quando comecei a analisá-la, pude ver que o famoso ditado: “uma imagem fala mais do que mil palavras” é verdade. Os escritos acima da figura dizem: “RUACH TZAHAL”, ou em português: O ESPÍRITO DO TZAHAL (onde TZAHAL é a sigla do exército ISRAELENSE: “Tzavá Haganá Le Israel – Exército de Defesa para Israel). Deixo com vocês a interpretação da figura acima, e oro para que o mundo veja e entenda o que todos aqui em Israel já sabem, mas que a mídia internacional teima em distorcer aos olhos das nações.

Shabat Shalom,

MZandona

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

As cenas marcantes de soldados israelenses retirando judeus à força de suas casas, novamente foram notícia esta semana em Israel. Desta vez, o impasse foi na importante cidade de Hebron, a maior cidade da Cisjordânia (Judéia). Por ordem judicial, 25 famílias deveriam ser evacuadas do local chamado “Beit Ha Shalom” (Casa da Paz), um complexo de 4 andares onde há residências e um centro de estudos, comprado em 2007 por colonos Judeus. Não há palavras para descrever o sentimento que se tem ao ver judeus atacando judeus. À imagem do que ocorreu em 2005 na faixa de Gaza, a maioria dos colonos não aceitou a decisão judicial de retirada e decidiu resistir. Mas desta vez, a resistência foi acompanhada de violência por parte das famílias religiosas. O resultado, depois de uma semana de intensos conflitos, são dezenas de feridos de ambos os lados. Ironicamente, a “Casa da Paz” se tornou a “Casa da Discórdia” entre judeus.

Policiais Israelenses tentam retirar as 25 famílias de Judeus religiosos da "Casa da Paz" em Hebron - resistência nada "pacífica"

A presença judaica em Hebron data da época de Abraão, quando o patriarca compra dos Hititas a caverna de Machpela (Caverna dos Patriarcas), para sepulcro de sua esposa Sara. Machpela é o local do sepulcro de Abraão, Isaque, Jacó, Rebeca, Lea e Sara. Desde então, os judeus tem o local como local de peregrinação. Josué e Calebe conquistam Hebron e a tornam uma das cidades dos Levitas. O Rei David reina de Hebron durante 7 anos, depois passando a sede de seu governo e do povo judeu para Jerusalém. Apesar de vários impérios terem conquistado a região da Judéia durante a história (Assírios, Babilônios, Gregos, Romanos, Europeus, Árabes e Turcos), a presença judaica em Hebron sempre existiu. Apenas recentemente, em 1929, um massacre organizado pelos árabes quase exterminou a população judaica da cidade. Após 1967, Hebron passa a ser oficialmente controlada por Israel, que fez de tudo para não incomodar a presença árabe no local, restringindo a migração judaica para lá. Somente algumas famílias de descendentes dos antigos moradores judeus de Hebron obtiveram o direito de se estabeleceram na cidade. Em 1997, Israel dividiu a cidade em 2 setores: H1, com 120.000 palestinos e H2, com 30.000 palestinos e aproximadamente 500 judeus. H1 foi entregue à Autoridade Palestina e H2 continua sob jurisdição Israelense, visando a proteção das 85 famílias judaicas que ainda vivem ali. O prédio comprado em 2007 por um descendente dos antigos moradores judeus de Hebron, abrigava 25 famílias judaicas. O antigo proprietário, um construtor palestino, moveu uma ação contra a presença judaica no local alegando que não sabia que o comprador era judeu. A Suprema Corte israelense decidiu por retirar todos os judeus da chamada “Casa da Paz”, até que o caso seja esclarecido.

Caverna dos Patriacas em Hebron - 2500 anos antes do Islamismo, o local já era venerado por Judeus.

Todos aqui concordam que o Governo agiu precipitadamente ao exigir a retirada dos mais de 200 judeus religiosos do prédio em Hebron. Sabemos que a ordem judicial é carregada de interesses políticos de partidos como o "Avodá" e o "Kadima", que concorrem ao cargo de primeiro Ministro nas próximas eleições. Ambos tentam ganhar eleitores esquerdistas, e o evento em Hebron foi um "prato cheio" para Iehud Barak (Avodá) como Ministro da Defesa. Mas o que foi visto esta semana representou uma verdadeira vergonha aos princípios da Torá e ao verdadeiro judaísmo. Além de resistirem à decisão judicial, dezenas de jovens judeus ortodoxos, moradores da Casa de Paz (e muitos outros vindos de Jerusalém), atacaram casas e lojas de palestinos que moram próximos ao prédio. Como se não bastasse, estes jovens também atacaram os soldados israelenses que organizavam a retirada, jogando pedras e até ácido em um dos militares. É verdade que os Palestinos em Hebron têm atacado e massacrado os judeus de lá há mais de 50 anos. É verdade também que, se não fosse pelo massacre da população judaica , em 1929, Hebron seria hoje de maioria israelense. Mas os atos terroristas cometidos pelos árabes contra os judeus não podem, em hipótese alguma, servirem como justificativa aos ataques realizados esta semana por Judeus ortodoxos contra Palestinos e contra Judeus. Até mesmo rabinos ortodoxos têm sido acusados de motivarem seus discípulos a tomarem parte no conflito contra soldados Israelenses.

Este tipo de fanatismo judaico não tem contribuído em nada para Israel, para o mundo, nem muito menos para a volta do Messias. Ele tem, na verdade, aprisionado seus seguidores e criado um ódio contra todos os que não seguem as rigorosas decisões legalistas de seus rabinos. Este tipo de judaísmo se transformou em uma seita, onde os princípios divinos da Torá e dos Profetas são substituídos por uma Halachá incoerente e paradoxal, que oprime e atrofia a mente de seus seguidores. Repletos de corrupção e interesses políticos, seus líderes continuam a afundar o país no mar da intolerância e do ortodoxismo racista, fundamentalista e distante da verdadeira Torá. O Eterno não deseja judeus escravizados por ensinamentos de rabinos europeus. Ele deseja homens e mulheres que, a exemplo de Seu servo Davi, sejam chamados segundo o “SEU” coração. O judaísmo precisa, mais do que nunca, de urgente restauração!

A todos meu Shalom u'Vrachôt (Paz e Bênçãos),

MZandonna

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Antes de postar a segunda parte do artigo sobre a “Verdadeira Origem dos Palestinos”, gostaria de dedicar algumas palavras à tragédia desta semana em Mumbai, o centro financeiro da Índia. Amigos, há vários anos tenho chamado a atenção das pessoas sobre um inimigo que cresce exponencialmente a cada dia. Este inimigo alimenta seus integrantes com um ódio inimaginável em relação à sociedade judaico-cristã do ocidente, seus valores, seus princípios e principalmente, o seu Deus. Apesar de sempre deixar claro suas verdadeiras intenções e princípios, este inimigo cresce sem dificuldades em todas as regiões do planeta, principalmente na Europa e nos EUA. Seu intuito é o estabelecimento de uma nova ordem mundial baseada nos princípios do Alcorão. Este inimigo é o extremismo Islâmico.

Quase 100% dos conflitos étnicos e políticos que vitimam inocentes hoje em dia são conflitos que envolvem causas extremistas islâmicas. Antes, as reivindicações destes grupos eram restritas às causas territoriais, mas agora a luta visa enfraquecer e estabelecer o medo e o terror ao sistema político social do ocidente, preparando o caminho para a sujeição por parte das sociedades à fé islâmica. Não apenas isto, mas o objetivo comum entre todas estas organizações extremistas islâmicas (independente de qual país ou qual causa regional defendam), é a destruição de Israel e do povo Judeu. Muitos analistas teimam em aceitar esta realidade, mas os fatos comprovam as verdadeiras intenções destes grupos. Qual a relação entre um pequeno Centro judaico em Mumbai (responsável por acolher e tratar jovens israelenses que viajam à Índia e se envolvem com drogas bem como prover assistência a judeus que visitam ou moram em Mumbai), e as causas separatistas entre Paquistaneses muçulmanos e Indianos? Por que, antes de atirarem nos reféns do hotel Taj, em Mumbai, os terroristas perguntavam de qual país era o refém? (Israelenses, Britânicos e Americanos eram assassinados à queima roupa). Todos estes grupos têm como objetivo destruir Israel e a sociedade judaico-cristã do Ocidente. Não é mais um conflito ideológico, mas sim, uma guerra entre deuses. De um lado, Alá e os princípios do Alcorão, de outro, Israel e seu Deus (que também é o Deus dos cristãos). É preciso lembrar que, para os extremistas islâmicos, os “infiéis” dignos de morte não são apenas os judeus, mas também os cristãos. Os cristãos devem entender que este conflito nunca foi algo restrito ao Oriente Médio. Ele se tornou sistêmico e já está à porta!

Ataques terroristas no hotel Taj, em Mumbai. Os radicais procuravam por Judeus, Americanos e Ingleses.

Oremos para que o Eterno traga entendimento e abra os olhos da Igreja ao redor do mundo quanto ao verdadeiro inimigo e seus intuitos. Esta é uma guerra cuja vitória não será conquistada através de armas naturais, mas sim através da oração e da intercessão dos justos. Oremos para que o Deus de Israel traga conforto e consolo aos familiares das vítimas em Mumbai.

Desejando a todos um verdadeiro Sábado de Paz,

Mzandona
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História e Significado de "PALESTINA" e "PALESTINOS" - 2ª PARTE
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Por Joseph E. Katz
Tradução e adaptação por MZandona
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MAS ENTÃO, QUEM SÃO OS “PALESTINOS”?

Durante o Mandato Britânico em Israel (1920-1948), os ingleses se referiam a população judaica de Israel como “Palestinos” (termo na verdade criado pelos Romanos no início da era cristã com o intuito de humilhar os judeus – uma vez que “Palestina” significa “local dos Filisteus”, antigos inimigos dos judeus que foram extintos pelos Persas no sec. X a.C). Em 1939, os ingleses decidem proibir toda imigração Judaica para a “Palestina”, algo que era constante desde o século XVIII na região. Esta proibição foi feita no momento em que os Judeus mais precisariam, uma vez que o Nazismo estava fortemente se estabelecendo na Europa e milhões de judeus estavam sendo perseguidos. Milhares que conseguiam escapar dos campos de concentração e tentaram ir para Israel, foram mandados de volta para o inferno, novamente para as câmaras de gás na Europa.

Mas ao mesmo tempo em que os britânicos proíbem a imigração judaica, eles permitem ou ignoram a imigração ilegal de milhares de árabes da Jordânia (chamada de Palestina Oriental), Síria, Egito e de várias partes do norte da África. Em 1939, Winston Churchill declara que “...longe de serem perseguidos, os árabes invadiram a região e se multiplicaram...!” Estatísticas exatas da população da região na época são problemáticas, mas sabe-se que em 1947 o número de árabes ao oeste do Jordão triplicou em comparação a 1900.

O mito atual é que estes árabes há muitos séculos já estavam estabelecidos na Palestina, até que vieram os judeus e os “desalojaram” em 1948. Mas na verdade a imigração recente de árabes para a Palestina foi que “desalojou” os judeus. O aumento massivo da população árabe na região é comprovada pela lei criada pela ONU em 47: “Qualquer árabe que tenha habitado na Palestina por pelo menos dois anos, mas que deixou a região em 1948, é considerado um “refugiado palestino”. Esta é a origem dos famosos “refugiados palestinos”.

As estatísticas sobre a população judaica e árabe na região raramente levam em consideração como surgiram tais proporções. Um dos fatores foi a política inglesa de manter os judeus fora ao mesmo tempo em que traziam os árabes. Outro fator foi a violência utilizada para matar ou expulsar até mesmo judeus que já estavam há muito tempo estabelecidos na região. Por exemplo: A conexão judaica com a cidade de Hebron data dos dias de Abraão, e na verdade, sempre existiu lá uma comunidade judaica desde os dias de Josué, antes mesmo do Rei Davi torná-la capital. Mas em 1929, uma revolta armada de árabes (com o consenso britânico), matou e expulsou quase toda a comunidade judaica de Hebron.

Outro exemplo: Em 1948, a Transjordânia passou a ocupar quase todo o território da Judéia e Samaria (os quais eles chamavam de Cisjordânia) bem como a parte Oriental de Jerusalém e a cidade antiga. O que foi feito com os milhares de judeus que já habitavam na região? Foram assassinados ou expulsos.


DE PALESTINA PARA ISRAEL

O que seria da “Palestina” após o Mandato Britânico? Esta questão foi levantada por vários líderes britânicos e também mundiais, culminando com a decisão da ONU em 1947. Durante as várias deliberações, oficiais, representantes e escritores ÁRABES expressaram suas visões sobre a “Palestina”. Vejam que interessante:

“Não existe um país chamado Palestina. ‘Palestina’ é um termo que os sionistas inventaram (...). Nosso país foi por séculos parte da Síria. ‘Palestina’ é estranha a nós. Foram os sionistas (termo como os árabes se referem aos judeus) que criaram este termo." Líder árabe que discursou na Comissão Britânica, 1937.

“Palestina? Jamais existiu tal coisa na história! Absolutamente não!” Professor Philip Hitti, historiador árabe a serviço do Comitê Anglo-Americano, 1946.

“Todos sabem que a ‘Palestina’ não é nada mais do que o sul da Síria”. Delegado da Arábia Saudita no Conselho de Segurança da ONU, 1956.

“Nunca existiu uma região chamada Palestina, governada por palestinos. Não há uma língua chamada Palestina. Não existe uma cultura Palestina. Palestinos são na verdade árabes, sem distinção de Jordanianos (outra invenção recente), Sírios, Libaneses, Iraquianos, etc. Os árabes controlam 99,9% das terras do Oriente Médio. Israel representa 0,1% da região. Mas isso já é muito para os árabes. Eles querem tudo! Esta é a razão dos conflitos existentes hoje em Israel. Não importa quantas concessões territoriais o governo de Israel fará; nunca será o suficiente.

“Mitos do Oriente Médio”, por Joseph Farah, escritor e jornalista árabe.

Ainda em 1948, os árabes ainda não haviam descoberto sua nação milenar chamada “Falastina” (até hoje eles nem sequer conseguem pronunciar a palavra “Palestina”, trocando o “P” pelo “F”). Quando a ONU lhes ofereceu metade da Palestina ao oeste do Jordão como seu país, eles violentamente rejeitaram a proposta. Logo após a declaração da ONU criando as duas nações na região (uma árabe e uma judaica), seis nações árabes iniciaram uma guerra visando a aniquilação da recém formada nação de Israel. O propósito desta guerra jamais foi estabelecer uma nação independente chamada “Falastina”, mas sim, expulsar e aniquilar os judeus para dividir entre eles a região antes controlada pelos ingleses.

Os líderes destas nações árabes ordenaram que a população árabe da então Palestina emigrasse para as regiões de fronteira e para a costa, uma vez que conduziriam um ataque massivo aos judeus em todos os povoados. Ironicamente, eles demandaram a retirada mas jamais ofereceram seus territórios para receberem tais refugiados. Israel, pressentindo a guerra eminente, organizou uma campanha nacional onde garantiu aos árabes que ficassem no país, cidadania israelense, liberdade de religião e de culto, bem como os mesmos direitos civis e políticos que os judeus teriam. Após o término da Guerra e a vitória de Israel, os árabes que permaneceram se tornaram cidadãos de Israel, e os que abandonaram suas casas esperando a destruição dos judeus foram rejeitados pelos países árabes das fronteiras onde estavam refugiados. Egito, Jordânia, Síria e Líbano fecharam suas portas para seus irmãos árabes, dando início ao que conhecemos hoje como os “Refugiados Palestinos”.

Apesar de ter perdido esta guerra, a Jordânia (então chamada Transjordânia) conseguiu anexar a Cisjordânia e a cidade oriental de Jerusalém, matando ou expulsando os judeus que já habitavam na região (judeus de todas as nações que há milênios cuidavam dos locais judaicos sagrados para o judaísmo). O Egito, por sua vez, ocupou a faixa de Gaza. Estas duas nações árabes ocuparam estas regiões até 1967. Neste ano, elas iniciaram uma outra guerra para aniquilar Israel, e como conseqüência de seu fracasso, perderam as terras que tomaram na Guerra de 1948. Nestes 19 anos que ocuparam estas regiões, Jordânia e Egito nunca planejaram criar um estado “Falestino” para os “palestinos”. Nem mesmo os palestinos tinham esta reivindicação. Aliás, ninguém no mundo jamais sugeriu tal coisa.

Finalmente, em 1964, o “Movimento para Libertação da Palestina” foi criado por Yasser Arafat com o claro objetivo de promover a destruição de Israel. Com este propósito, ele ajudou também nos ataques precipitados a Israel em 1967. O resultado frustrado deste ataque inspirou uma mudança da opinião pública. Como propaganda, era mais prudente falar em “liberação da Palestina” do que em “destruição de Israel”. Grande parte do mundo, governos, a mídia e a opinião pública aceitou sem questionamento ou análise o novo mito árabe de luta para criação da nação chamada “Falastina”. Até os dias de hoje as principais organizações terroristas entre os árabes financiam o terror em Israel. Eles não têm nenhum plano para fundar uma nação Palestina nem nunca terão. Seu intuito é armar até os dentes grupos como o Fatah, Hizbolá e o Hamas para matarem o maior número de judeus possível. Famílias de jovens suicidas, conhecidos como “homens bomba”, recebem gratificações de milhares de dólares de governos e Sheiks árabes, como recompensa pelo “sacrifício” de seus filhos. Eles abertamente financiam e incentivam o terrorismo em Israel e no mundo, mas a mídia mundial finge não saber.

Yasser Arafat (1929 – 2004) – Criador e líder da OLP e do grupo terrorista Fatah. O “maior líder palestino” desviou 2 bilhões de dólares de fundos públicos palestinos para sua conta bancária pessoal.


A SITUAÇÃO NA ÚLTIMA DÉCADA

Desde o início da década de 2000, Israel tem colocado em prática um plano de evacuação dos territórios conquistados em 67, que inclui a faixa de Gaza, a Cisjordânia e as planícies do Golan. Gaza já foi completamente entregue em 2005, e se tornou um centro de treinamento para o Hamas, que aos trancos e barrancos finge administrar a região. A Cisjordânia está sendo evacuada e entregue para os palestinos (lê-se Fatah), e a região afunda economicamente e socialmente de forma proporcional à retirada de Israel. Agora, os terroristas do Hizbolá (financiados pelo Iran) esperam receberem o Golan. Para a mídia mundial os palestinos prometem paz em troca de território, mas para os Israelenses esta promessa nunca foi nem nunca será cumprida. Se o objetivo de todas estas entidades terroristas é abertamente “destruir a Israel”, como alguém pode acreditar que a entrega de terra cessará o conflito?

À medida que a faixa de Gaza e a Cisjordânia eram evacuadas, Israel via o número de atentados suicidas aumentar a cada ano, tendo todos os assassinos provenientes desses territórios. Israel então dá início ao audacioso plano de construir uma barreira nos pontos mais frágeis da fronteira com a Cisjordânia, visando diminuir o número de atentados. O projeto atual é proteger toda a extensão da fronteira, totalizando quase 700 km. Até o final de 2007, 60% da barreira já havia sido construída. Desde o início da construção, em 2003, o número de atentados suicidas nas cidades israelenses diminuiu em 99,5%. “Tivemos que aprender a usar foguetes uma vez que Israel descobriu uma maneira de se proteger de nossos ataques suicidas. Com a construção deste muro, nossos militantes não conseguem mais penetrar em território Israelense para realizarem seus ataques suicidas”, afirmou Ramadan Shalah, líder da Jihad Islamica Palestina em entrevista ao jornal islâmico Al-Sharq.

Os palestinos, que carregam o ódio islâmico contra os judeus e contra Israel, aproveitaram-se durante décadas da falta de segurança nas fronteiras para invadirem e promoverem atos de terrorismo em território Israelense. Centenas de civis inocentes morreram em Israel em ônibus, em restaurantes, lanchonetes, praças, ruas, shopping centers, etc. Nunca houve qualquer comoção por parte da mídia internacional ou da ONU. Agora, após a início da construção do Muro de Segurança, os palestinos posam para a mídia mundial como aprisionados, injustiçados e separados de Israel com um muro que chamam de “Muro do Apartheid”. “Muitos são os danos psicológicos que os palestinos destas regiões têm sofrido, além do efeito na economia, na saúde e no bem estar da população”, afirma o relatório elaborado pela ONU em 2005. Mas onde estão os relatórios sobre os danos psicológicos, econômicos e sociais de Israel frutos de anos de barbárie palestina? É lícito tentar manter seguro suas fronteiras? É lícito proteger o seu povo de organizações que abertamente desejam a sua aniquilação?

Muro de Segurança em Israel – Responsável direto pela redução em 99,5% dos ataques suicidas em Israel

Os EUA há décadas têm construído uma barreira de segurança na fronteira com o México. Até 2008, 580Km já haviam sido construídos. A proposta, já aprovada pelo congresso americano em 2005, é cobrir todos os 3.141km da fronteira com a construção de um muro de concreto armado, cercas elétricas, e policiamento constante. Vejam que os EUA tomaram esta medida emergencial para conter a imigração ilegal de mexicanos e o tráfego de drogas. Os mexicanos não entram nos EUA com o intuito de matarem civis americanos, mas, em sua maioria, com o intuito de trabalharem e ajudarem suas famílias pobres no México. Imaginem se os mesmos estivessem invadindo os EUA para promoverem atentados terroristas? O que fariam os EUA nesta situação? Pois bem, ninguém se atreve a falar contra o muro de separação dos EUA e jamais vemos documentários ou reportagens sobre como os mexicanos se sentem rejeitados e psicologicamente afetados com o “apartheid” americano. Mas Israel, que desesperadamente tenta proteger sua população contra atentados terroristas e que conseguiu provar ao mundo que 99,5% destes atentados foram reduzidos em conseqüência de sua barreira de segurança, é acusado de racista e de estar reconstruindo o “muro de Berlin”.

Desde o término da I Grande Guerra, os árabes do Oriente Médio e do norte da África receberam estados independentes em 99,5% dos territórios por eles requisitados. Lord Balfour (estadista inglês que expressou o apoio britânico à criação de um estado judaico na Palestina) certa vez expressou sua esperança que, uma vez que os árabes receberam tanto, não se incomodariam com o pequeno território prometido aos judeus. Infelizmente, Lord Balfour estava errado.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Sempre chamo a atenção das pessoas sobre a manipulação da mídia mundial e nacional (brasileira) em relação às informações sobre Israel e o conflito árabe-israelense. É deplorável a forma como as maiores empresas jornalísticas do mundo deturpam, omitem e alteram fatos com o intuito de prejudicar a imagem de Israel no cenário mundial. Não apenas isto, mas o desejo por detrás das notícias, artigos e comentários é na verdade mostrar Israel como o grande inimigo, a grande “pedra no sapato” do Oriente Médio e do mundo. Todos buscam histórias mirabolantes para provar ao mundo que os Palestinos são os verdadeiros habitantes de Israel e que seu vínculo com a terra data de milênios. Mas, quem são os Palestinos? Qual a sua origem? Como a região denominada “Palestina”, pelos romanos, veio a se tornar a nação judaica da atualidade?
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Para os que se interessam por história e em conhecer a verdadeira origem dos “Palestinos”, resolvi escrever para vocês baseando-me em traduções do artigo: “A história e o significado da 'Palestina' e dos 'Palestinos', por Joseph Katz, renomado historiador e escritor americano. Vale a pena aprender um pouco sobre a verdadeira origem do Conflito Árabe-Israelense, até porque este conflito não é milenar como muitos afirmam, mas bem recente e repleto de interesses políticos. O artigo está dividido em DUAS partes. Nesta semana estarei postando a PRIMEIRA parte, e na semana que vem a SEGUNDA.
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Leiam e se surpreendam! Indiquem também para amigos ou conhecidos que desejam saber mais sobre a história de Israel e sobre a verdadeira história dos "Palestinos".

Shabat Shalom,

MZandona


HISTÓRIA E SIGNIFICADO DE “PALESTINA” E “PALESTINOS” – 1ª PARTE

Por Joseph E. Katz
Tradução e adaptação por MZandona


“Não existe uma nação árabe chamada Palestina (...). Palestina é o nome que os romanos deram para o Eretz Israel com o intuito de enfurecer os judeus. Por que deveríamos usar o mesmo infeliz nome dado para nos humilhar? Os ingleses escolherem chamar a terra que eles controlavam de Palestina, e os árabes pegaram este nome como seu suposto nome milenar, apesar de nem sequer conseguirem pronunciá-lo corretamente. Eles transformaram a Palestina em 'Falastin', uma entidade ficcional.”

Golda Meir
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O QUE SIGNIFICA “PALESTINA”?

“Palestina” nunca foi o nome de uma nação ou estado. É na verdade um termo geográfico utilizado para designar uma região abandonada ao descaso desde o século II d.C. O nome em si deriva do termo “Peléshet”, que aparece constantemente na Bíblia hebraica e foi traduzido como “Filístia” ou “Palestina”. Os Filisteus eram um povo do mediterrâneo com origens na Ásia Menor e na Grécia. Eles chegaram à costa Israelense em várias caravanas. Um grupo chegou no período pré-patriarcal, estabelecendo-se em Beer Sheva, entrando em conflito com Abraão, Isaque e Ismael. Um outro grupo, vindo da ilha de Creta após uma frustrada tentativa de invasão do Egito (1194 a.C.), se estabeleceu na área costeira de Israel. Lá eles fundaram cinco assentamentos: Gaza, Ashkelon, Ashdod, Ekron e Gat. Posteriormente, durante o domínio dos Persas e Gregos, povos de outras ilhas do Mediterrâneo invadiram e destruíram os assentamentos filisteus. Desde os dias de Heródoto, os gregos chamam a costa leste do Mediterrâneo de “Síria Palestina”.

Os filisteus não eram árabes nem ao menos semitas. Sua origem era grega. Eles não falavam árabe, nem nunca tiveram qualquer conexão étnica, lingüística ou histórica com a Arábia ou com os Árabes. O nome “Falastin” que os árabes usam atualmente para “Palestina”, nem sequer é uma palavra árabe mas sim hebraica - Peleshet (raiz Pelesh), que significa divisor, invasor. O uso do termo “Palestino” para se referir a um grupo étnico árabe é uma criação política moderna, sem qualquer credibilidade acadêmica histórica.

COMO A TERRA DE ISRAEL VEIO A SE TORNAR “PALESTINA”?

No primeiro século d.C., os romanos destruíram o reino independente da Judéia. Após a revolta frustrada de Bar Korchba no segundo século, o imperador romano Adriano determinou a eliminação da identidade de Israel (também conhecido como Judá ou Judéia), visando destruir o vínculo milenar do povo judeu com a região. Assim, ele escolheu o nome “Palestina”, impondo-o em toda a terra de Israel. Ao mesmo tempo, ele mudou o nome de Jerusalém para “Aélia Capitolina”.

Os romanos mataram milhares de judeus e expulsaram ou venderam como escravos outras centenas de milhares. Muitos dos sobreviventes optaram por não abandonar a terra de Israel, e jamais houve um momento sequer na história da região sem que judeus e comunidades judaicas estivessem presentes, apesar das condições serem extremamente precárias e perigosas.

BREVE HISTÓRIA DA “PALESTINA”

Milhares de anos antes dos romanos criarem o termo “Palestina”, a região era conhecida como Canaã. Os cananitas possuíam muitas cidades-estados, às vezes independentes às vezes vassalos de reis egípcios ou hititas. Os cananitas nunca se uniram para formar um estado. Após o Êxodo do Egito (provavelmente no sec. XV ou XIII a.C.), os filhos de Israel se estabeleceram na terra de Canaã. Ali formaram primeiramente uma confederação tribal e depois os reinos de Israel e Judá.

Desde os primórdios da história até os dias atuais, Israel (Judá ou Judéia) foi a única entidade independente e soberana que existiu ao oeste do rio Jordão (nos dias bíblicos, Amon, Moabe e Edom, bem como Israel, possuíram territórios ao leste do Jordão, mas estes desapareceram na antiguidade e nenhuma outra nação reivindicou a região, até os britânicos criarem o termo “Trans-Jordânia”, nos anos 20).

Após a conquista romana da Judéia, a “Palestina” se tornou uma província do império romano e posteriormente do império cristão Bizantino (brevemente também foi conquistada pelo império zoroástrico persa). Em 638 d.C, um califa árabe muçulmano tomou a Palestina das mãos dos bizantinos e a anexou ao império árabe-muçulmano. Os árabes, que não tinham nem sequer um nome em árabe para a região, adoraram o nome dado pelos romanos, pronunciando-o como “Falastina”, ou invés de “Palestina” (na língua árabe não há o som de “p”).

Durante este período árabe, grande parte da população da região (composta por uma mistura de povos e tribos nômades de várias regiões ao redor) foi forçada a converter-se ao islamismo. Eles eram governados por um califa que reinava de sua capital (primeiramente em Damasco e depois em Bagdá). A região da Palestina nunca se tornou uma nação ou um estado independente, nem desenvolveu uma cultura ou sociedade distinta. Em 1099, cruzados cristãos da Europa conquistaram a “Palestina – Filistina”. Após 1099, nunca a região esteve novamente sob domínio árabe. O reino estabelecido posteriormente pelos cruzados europeus era politicamente independente, mas nunca desenvolveu uma identidade nacional, servindo apenas como um posto militar da Europa Cristã por menos de 100 anos. Após este período, a Palestina foi anexada à Síria como uma província mameluca (etnicamente um povo fruto de uma mistura entre guerreiros e escravos cujo centro político encontrava-se no Egito), e posteriormente anexada ao Império Turco-Otomano, cuja a capital encontrava-se em Istambul.

Cruzados na Palestina, 1099, Chateau de Versailles, França

A PROMESSA DO "LAR JUDAICO NACIONAL"

Viajantes do ocidente à região da Palestina deixaram registros do que viram no local. O tema presente em todos os relatos é DESCASO. Vejamos alguns testemunhos:

“A terra está desolada, vazia, negligenciada, abandonada, destinada à ruínas. Não há nada lá (Jerusalém) para ser visto, a não ser poucos vestígios da antiga muralha que ainda permanece. Todo o resto está coberto por musgo e mato”. Peregrino inglês, 1590.

“A região está em situação deplorável, sem habitantes. Sua maior necessidade são pessoas!” Cônsul Britânico, 1857.

“Não há sequer uma vila em toda a extensão do vale chamado Jezreel, nem mesmo em um raio de 50Km. Viajamos quilômetros sem encontrar uma alma sequer. Nazaré está abandonada, Jericó é uma ruína que se desfaz; Belém e Betânia, na sua pobreza e humilhação, não é desejada por qualquer criação (...). Um país desolado cujo solo é bastante rico, mas é dado inteiramente a ervas inúteis (...) uma expansão silenciosa, pesarosa (...) uma desolação (...). Nunca vimos um ser humano durante todo o caminho. A Palestina encontra-se vestida em pano de saco e cinzas...”.
Mark Twain, “The Innocents Abroad”, 1867.

A restauração da terra “desolada” e “não desejada” começou na segunda metade do século XIX, com os primeiros pioneiros judeus. O trabalho realizado por estes pioneiros criou novas e melhores condições e oportunidades, o que acabou por atrair outros imigrantes de várias partes do Oriente Médio, tanto árabes quanto outros.

A Declaração Balfour, de 1917, confirmada pela Liga (ou Sociedade) das Nações, comprometeu o governo britânico aos princípios que “o governo de vossa majestade vê com favor o estabelecimento, na Palestina, de um Lar Nacional Judaico, e fará uso de seus melhores recursos para facilitar a materialização deste objeto (...)”. Ficou então determinado o controle britânico sobre toda a região e que a área seria aberta à criação de assentamentos judaicos. Também determinou-se que os direitos de todos os seus habitantes (já residentes na região) seriam preservados e protegidos.

O Mandato Britânico na Palestina originalmente incluía tudo o que é hoje a Jordânia, bem como o que hoje é Israel e os territórios entre eles. No entanto, quando o “protégé” britânico Emir Abdullah foi forçado a abandonar seu domínio hashmaíta na Arábia, os britânicos criaram para ele uma região alternativa para seu reino, localizada ao leste do rio Jordão. Não havia nenhum nome árabe para a região, assim os ingleses a chamaram de “além do Jordão”, ou “Trans-Jordânia”; posteriormente apenas “Jordânia”.



Com esta manobra política, que violava todas as regras estipuladas pela Declaração Balfour e pelo Mandato Britânico, os ingleses retiraram 75% da região destinada a ser o “Lar dos Judeus”, como havia declarado a rainha. Não foi permitido que nenhum judeu habitasse na região da Trans-Jordânia (ou Jordânia). Menos de 25% permaneceu da Palestina original do Mandato Britânico, destinado aos “assentamentos judaicos” prometidos pelos ingleses. Além disso, eles restringiram a imigração judaica na região e impuseram restrições quanto ao local onde os judeus poderiam trabalhar, viver, construir ou plantar. Na verdade, as regiões mais deploráveis da então Palestina britânica foram destinadas aos judeus, como os pântanos da Galiléia e as regiões infestadas de malária como Jafa e Tel-Aviv.


Somente após 1967, Israel finalmente conseguiu habitar em algumas das regiões prometidas pelos britânicos aos judeus. Apesar dos britânicos constantemente declararem como ilegais os assentamentos judaicos durante o Mandato Britânico, foram eles mesmos que agiram contrariamente à lei ao expulsarem os judeus da região já declarada “O Lar Judaico Nacional” pela Liga das Nações e pela rainha da Inglaterra.


(A SEGUNDA PARTE DESTE ARTIGO SERÁ POSTADA NA PRÓXIMA SEMANA)

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Shalom amigos!

Não poderia deixar de anunciar a descoberta do escrito hebraico mais antigo do mundo! Ele foi descoberto nesta quinta-feira por arqueólogos da Hebrew University durante escavações no vale de Elah, onde David derrotou Golias. O escrito ainda está sendo traduzido, mas testes já indicam que o mesmo possui 3000 anos de idade, ou seja, 1000 anos mais antigos do que os textos do Mar Morto. O arqueólogo chefe da pesquisa, Yosef Garfinkel, acredita que o pedaço de barro onde o texto foi encontrado era parte de registros sobre o reinado de Davi em Jerusalém, e vários outros artefatos encontrados comprovam a opinião do professor Garfinkel. Mais uma vez, vemos a arqueologia comprovando os relatos bíblicos e atestando a soberania judaica sobre Israel e sobre Jerusalém. Como escrevi para vocês em um artigo anterior, este tipo de descoberta se tornará comum a partir de agora. Deus está restaurando o legado perdido entre Israel e o povo Judeu. Mais provas serão encontradas, para o desespero dos anti-semitas e dos que crêem que os judeus não possuem vínculo algum com a terra de Israel. Estes são dias incríveis!

Professor Yosef Garfinkel exibe o texto hebraico mais antigo já encontrado: 1000 a.C.


Um abençoado Shabat Shalom para você e sua família,

MZandona

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

O mundo passa por uma crise econômica sem precedentes, segundo alguns especialistas. A intervenção do governo americano em seu sistema bancário foi necessária, mas tardia. A moda do crédito fácil e rápido endividou a população americana, afetando seu poder de compra, seus investimentos e é claro, seu crédito. Como a doutrina consumista é a base da economia americana desde os anos 50, a diminuição do consumo catalisou ainda mais a crise. Como se não bastasse, atualmente 6 em cada 10 americanos possui uma dívida de mais de 20.000 dólares. Ao mesmo tempo, banqueiros e grupos de instituições financeiras enriqueceram como nunca na história, com salários na casa dos milhões de dólares mensais. Esta festa um dia tinha que acabar, levando consigo bolsas de valores de todo o mundo para dentro desta ressaca financeira. Enquanto países se encontram à beira da falência, mais da metade dos estados americanos já estão oficialmente enfrentando uma das piores recessões de sua história.

Distrituição do "Food Stamp" (vale refeição) em Nova Iorque. Atualmente, 28 milhões de americanos dependem dele para sobreviver. O país mais rico do planeta pede socorro.

Mas o que me preocupa mais nesta crise atual é o perigo em potencial de termos uma onda de anti-semitismo mundial. Isso porque 90% das instituições financeiras e dos banqueiros com salários milionários, responsáveis diretos ou indiretos pela atual situação econômica, são judeus. Temo que a falta de escrúpulos de uma dezena de judeus americanos venha a se tornar um combustível para o ódio contra milhões de judeus ao redor do mundo. E este temor está baseado em artigos, opiniões e principalmente atitudes do povo americano repletas de anti-semitismo. Há poucos dias, zapeando por alguns canais de televisão, me deparei com um famoso desenho animado americano. Durante os 30 minutos que assisti pude ouvir mais de 10 comentários sarcásticos contra os judeus, abertamente culpando-os pela atual crise econômica atual, bem como crises do passado. A internet está repleta de vídeos e artigos conclamando a população mundial a “enxergar” o verdadeiro culpado por todas as crises da humanidade, incluindo as duas grandes guerras mundiais. É isso mesmo, agora estão culpando os judeus até mesmo pelo holocausto!

Alguns rabinos aqui de Israel, conhecidos por seus dons proféticos, anunciaram que a atual crise econômica representa a mão do Eterno para fazer com que os judeus americanos voltem para Israel. Todos sabem que a riqueza e o conforto dos 6 milhões de judeus americanos são verdadeiros empecilhos para que os mesmos façam alyiah, ou seja, regressem para Israel. O temor geral é que os americanos se tornem extremamente anti-semitas, culpando os judeus pela atual crise em um ódio nacional generalizado. Esta perseguição ideológica e política (semelhantemente ao que aconteceu na Europa nos anos 30), obrigaria o judeu americano a sair do país e a imigrar para Israel. Aliás, seria mais uma fuga do que uma simples emigração dos EUA. Se isto acontecer, Israel receberia, em um curto período de tempo, milhões de judeus americanos, o que acarretaria em uma supervalorização do mercado imobiliário por aqui. Estruturalmente, Israel não está preparado para tamanha imigração, mas jamais fecharia suas portas para seus filhos.

"O Judeu: O grande parasita capitalista Mundial". Famosa propaganda nazista volta a ser utilizada nos meios anti-semitas

Assim, que os cristãos possam interceder e orar pela Paz em Israel e pela proteção de Israel e do povo judeu ao redor do planeta. Minhas orações pessoais são para que esta crise passe o mais rápido possível e que Israel tenha mais tempo para se preparar para o retorno em massa de nossos irmãos do norte. Daqui há alguns dias teremos as eleições presidenciais nos EUA e o futuro da nação americana será determinado. Todos sabem que o futuro dos EUA influenciará diretamente o futuro do mundo. Portanto, estejamos todos em oração para que a vontade do Eterno seja estabelecida na Terra, assim como é soberana nos céus.

A todos meu Shabat Shalom,

MZandona

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Zmân Simchatênu!

A festa de Sucôt (Tabernáculos ou Tendas) é a maior das festas bíblicas. Ela é a única festa que é chamada de “A Festa” (Lv 23:39) e com certeza é a festa bíblica com maior significado profético. Durante as bênçãos de Sucot, declaramos: “Zman Simchatenu” – Tempo da nossa alegria! Vejamos o mandamento divino para Israel:

“Porém aos quinze dias do mês sétimo, quando tiverdes recolhido do fruto da terra, celebrareis A FESTA do SENHOR por sete dias; no primeiro dia haverá descanso, e no oitavo dia haverá descanso. E no primeiro dia tomareis para vós ramos de formosas árvores, ramos de palmeiras, ramos de árvores frondosas, e salgueiros de ribeiras; e vos ALEGRAREIS perante o SENHOR vosso Deus por sete dias. E celebrareis esta festa ao SENHOR por sete dias cada ano; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações; no mês sétimo a celebrareis. Sete dias habitareis em tendas; todos os naturais em Israel habitarão em tendas; Para que saibam as vossas gerações que eu fiz habitar os filhos de Israel em tendas, quando os tirei da terra do Egito. Eu sou o SENHOR vosso Deus.” (Lv 23:29:43)

As pessoas devem entender que os mandamentos do Eterno não são apenas alegorias espirituais que nos ensinam sobre a natureza de Deus. Mais do que isso, são ações literais cujo preparo e cumprimento também nos ensina maravilhas sobre o amor e a fidelidade de Deus. Assim, conforme o mandamento que é “estatuto perpétuo”, durante os dias de Tabernáculos construímos tendas em nossos jardins e/ou varandas. Estas tendas são decoradas com elementos naturais e frutas, bem como com os nomes de nossos “convidados especiais”, ou como dizemos em aramaico, “Ushpizin” - Abraão, Isaque, Jacó, José, Moisés, Arão e Davi, homens de Deus que trazemos à memória no tempo em que estamos no interior da Sucá (tenda). Tabernáculos é tempo de recebermos convidados e nos alegrarmos na presença de Deus. As quatro espécies de vegetais (arba milim) também são utilizadas até hoje durante os serviços matinais de Tabernáculos e representam um grande paralelo com o povo judeu e até mesmo com a Igreja!

Judeus ortodoxos almoçam na Sucá construída ao lado da Sinagoga

Atualmente não dormimos na Sucá (apesar dos mais novos se aventurarem), mas comemos nossas refeições em seu interior, contemplando os céus e nos lembrando de como somos “temporários” como a Sucá, nossa habitação temporária. Tabernáculos nos lembra que somos totalmente dependentes do Eterno. Não foi à toa que o Eterno escolheu justamente os meses de setembro/outubro para a celebração desta festa. Estes meses são meses de chuva em Israel e este aspecto da incerteza se teremos chuva ou não, faz com que nos sintamos ainda mais dependentes dEle. Ainda mais devido ao fato do teto da Sucá ser semi-aberto, composto apenas de palmeiras! Deus é perfeito!

No Kotel, as orações são feitas com as 4 Espécies (arba milim - Lv cap 23) nas mãos

A água também é um elemento muito importante durante Sucôt. Até o ano 70 d.C., havia uma cerimônia maravilhosa no último dia da Festa, em que o sumo sacerdote buscava água na fonte de Siloé, e, seguido de uma procissão em júbilo, derramava esta água no altar no interior do Templo em Jerusalém. Neste momento, o sumo sacerdote entoava em alta voz os versos finais do Salmo 118: “Esta é a porta do SENHOR, pela qual os justos entrarão. Louvar-te-ei, pois me escutaste, e te fizeste a minha salvação (Yeshuati). A pedra que os edificadores rejeitaram tornou-se a cabeça da esquina. Da parte do SENHOR se fez isto; maravilhoso é aos nossos olhos. Este é o dia que fez o SENHOR; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele. Salva-nos (Hoshiana), agora, te pedimos, ó SENHOR; ó SENHOR, te pedimos, prospera-nos. Bendito aquele que vem em nome do SENHOR; nós vos bendizemos desde a casa do SENHOR. Deus é o SENHOR que nos mostrou a luz; atai o sacrifício da festa com cordas, até às pontas do altar. Tu és o meu Deus, e eu te louvarei; tu és o meu Deus, e eu te exaltarei. Louvai ao SENHOR, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre.” (Sl 118:20-29).

Segundo os Escritos do Novo Testamento, foi exatamente neste dia, durante esta oração do sumo sacerdote com as multidões reunidas no Templo, que Yeshua declarou em alta voz: “Se alguém tem sede, venha a mim, e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu interior!” (Jo 7:37-38). Yeshua desafia as multidões e se revela como o Messias de Israel, fazendo uma alusão direta ao texto de Isaías cap 12 e também ao Salmo 118. Quando ele diz: “...como diz a Escritura...”, ele se referia exatamente ao texto do Salmo 118 que exaltava ao Messias, o Ungido de Deus. Exatamente quando o povo clamava pelo Messias, Yeshua se revela em autoridade e poder como o Ungido de Deus.

Tabernáculos fala do Messias e do futuro próximo, onde as nações subirão a Jerusalém para adorar ao Eterno durante estes dias (Zc 14:16). Durante Tabernáculos também era costume o chefe da nação (Rei, Juíz ou Profeta), ler em público o livro de Deuteronômio (Devarim). Assim, peregrinos de Israel e de todas as nações aprenderiam sobre as proezas do Senhor e sobre a Sua Lei para a cumprir! (Dt 31:10). Para isso as nações subirão a Jerusalém em Tabernáculos, para adorar e APRENDER sobre a LEI do Senhor!

Milhares de cristãos, motivados pelas palavras escatológicas do profeta Zacarias, visitam Jerusalém durante a Festa dos Tabernáculos. Milhões de dólares são gastos em uma celebração de luxo especialmente preparada para eles. Eles marcham pela cidade de Jerusalém e são recebidos pelo primeiro ministro de Israel como convidados ilustres da nação. Tudo acontece na mais perfeita harmonia, pois o acordo entre o governo de Israel e essas organizações cristãs se baseia na proibição do evangelismo e/ou proselitismo, ou seja, tudo pode ser feito desde que o nome de Yeshua (Jesus) não seja explicitamente anunciado. O Nome “Jesus” ou “Yeshua” não deve aparecer em nenhum cartaz, banner ou anúncio. Estes milhares de cristãos que dizem amar a Israel e ao povo judeu não têm contato algum com judeus cristãos locais, os quais sofrem amargamente por anunciarem Yeshua como o Messias por aqui. Aqui existe judeu messiânico sem emprego e até mesmo sem moradia, pelo simples fato de crer abertamente em Yeshua como o Messias, mantendo sua identidade judaica. Se não fosse a penosa ajuda das congregações locais, estas famílias de judeus crentes estariam passando fome. Aliás, muitos estão passando fome pois não há recursos para ajudar a todos.

Enquanto isso, os cristãos brincam de celebrar Tabernáculos em Jerusalém, com seus pastores milionários andando pela cidade cercados por seguranças e hospedados em hotéis 5 estrelas. São recebidos com honra pelos governantes da nação e trocam honrarias e medalhas entre si. Ajudar aos “santos de Jerusalém” como ordenado por seu apóstolo (Paulo) em Rm 15:26-27? Não como deveriam, pois os mesmos não são prioridade! Aprender a Lei do Senhor conforme os gentios deveriam fazer durante Tabernáculos em Jerusalém (Dt 31:10)? Jamais! "Isto é coisa do Velho Testamento", dizem eles.

"Marcha de Jerusalém" - Muito dinheiro para os cofres de Israel e pastores milionários, quase nada para os Judeus messiânicos locais

Bem, é melhor eu parar por aqui pois Tabernáculos é para ser tempo da nossa alegria, não é verdade? Oro apenas para que os cristãos acordem de sua fantasia teatral de Tabernáculos e comece a se interessar em realmente OBEDECER aos mandamentos prescritos para os gentios entre as nações que temem e querem servir ao Deus de Israel.

Chag Sameach (Feliz Festa),

MZandona

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Um YOM KIPUR especial em Jerusalém

Em muitos aspectos esta foi uma semana muito intensa para nós aqui em Jerusalém. Somos extremamente gratos a Deus por nos proporcionar este tempo aqui em Israel, conhecendo pessoas, estudando muito e aprendendo a depender mais do Eterno. Foi também uma semana de refrigério e de muitas bênçãos, onde tivemos o privilégio de nos encontrarmos com amigos que muito nos ajudaram e nos motivaram a darmos o nosso melhor em nosso trabalho aqui em Israel. Agradecemos de coração ao Pr. Gustavo e a Ana Paula pelo maravilhoso tempo que passamos juntos, e com muita alegria pudemos ver como Deus tem levantado este casal para despertar a Igreja no Brasil com relação à restauração de seu relacionamento com Israel e o povo judeu, de maneira equilibrada e saudável.

Judeus orando no dia de Yom Kipur - Maurycy Gottlieb, 1878

Rosh Há Shaná passou e em poucos momentos estaremos iniciando o jejum de Yom Kipur, o dia da expiação. São 24 horas sem beber e sem comer absolutamente nada, onde ficamos em constante oração e arrependimento não penas por nossos pecados individuais, mas principalmente pelos pecados de nosso povo como nação. Este é o objetivo principal de Yom Kipur, promover o arrependimento coletivo da nação de Israel. Cremos na importância de Yom Kipur para despertar não só em Israel como também na Igreja ao redor do planeta a necessidade de orarmos e pedirmos perdão ao Eterno pelos pecados de nossas nações perante o Senhor. Já imaginaram se a Igreja brasileira jejuasse e orasse uma vez por ano, unida e comprometida, pedindo perdão pelos pecados da nação e de seus governantes? Pois bem, Deus estipulou este dia de clamor por nossas nações e ele é chamado de Yom Kipur!

Desejo a todos um bom Yom Kipur e que nossas súplicas possam ser ouvidas por Deus. O mundo passa por uma crise não apenas econômica, mas também moral, que contribui para o distanciamento por parte das sociedades dos princípios e valores do Deus de Israel. Aliás, esta crise atual e muitas outras são fruto desse distanciamento. Daí a importância de nos arrependermos pelos pecados de nossos governantes e de nossa nação, clamando pela intervenção divina.

Shalom u’Vrachá Le culam (paz e bênçãos a todos),

MZandona

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Rosh Ha Shaná 5769

A celebração de Rosh há Shaná (literalmente: “cabeça ou primeiro do Ano”), marca o início do ano judaico e é celebrado no primeiro dia do mês de Tishrei. Na verdade, alguns rabinos dizem que Rosh Há Shaná é o aniversário da criação, e que estaríamos completando 5769 anos de existência. Já outros rabinos afirmam que esta contagem iniciou-se logo após o dilúvio, e que os anos desde a criação até o dilúvio podem se estender por milhares ou até milhões. Todos sabem que no calendário bíblico o ano novo começa com o 1° mês, o mês atual de Nissan (geralmente em março/abril), com a festa da Páscoa como marco. Mas após o exílio na Babilônia, a contagem dos meses sofre alteração cronológica e nominal, e o primeiro mês passa a ser o sétimo (Tishrei). O dia da Trombeta, ou Yom Teruá, é celebrado no 1° dia do 7° mês, com grande convocação e toque do shofar (Lv 23:24-25).

Rosh Há Shaná é a única festa celebrada onde não há a explicação clara, da parte do Eterno, sobre sua origem ou memorial. Todas as festas no calendário judaico estão associadas a eventos ou à preservação da memória dos feitos do Eterno para com o nosso povo, tal como Páscoa (Libertação do Egito), Shavuôt (dádiva da Lei no Sinai) e Sucôt (lembrança da peregrinação no deserto). Mas Yom Teruá (Rosh Há Shaná) não é conectada a nenhum feito ou evento histórico na Torá. Muitos rabinos crêem que Yom Teruá é uma festa que anuncia o retorno do Messias, sendo o toque do Shofar um aviso para que Israel e as nações se preparem para recebê-lo.

Judeu ortodoxo toca o Shofar no Kotel, na madrugada de Rosh Ha Shaná

Como Yom Kipur (dia da expiação) é celebrado 10 dias após Rosh Há Shaná, dizemos que Rosh Há Shaná marca o início do juízo do Eterno sobre a criação, sendo o dia de Yom Kipur o dia do veredicto. Assim, os 10 dias entre Rosh Há Shaná e Yom Kipur são conhecidos como “os 10 dias temíveis” ou “Iamim Noraim” e é um período de muita oração, súplica e arrependimento entre o povo judeu, com o toque do Shofar a cada serviço. Daí surge um dos comprimentos mais comuns durante estes dias: “Tikatev vê Taihatem” - “seja escrito e selado”. Desejamos isto pois cremos que o Eterno possui o Livro da Vida, e nele são escritos os nomes dos justos. Durante os 10 dias entre Rosh Há Shaná e Yom Kipur, estes nomes são “revisados” pelo Eterno, que o sela em Yom Kipur. A crença da existência deste “Livro da Vida” é proveniente da Lei Oral judaica e também pode ser encontrada nos escritos judaicos do Novo Testamento, onde há várias menções ao mesmo: Fp 4:3, Ap 3:5, 13:18, 17:8, 20:15, 21:17 e 22:19.

Começamos a celebração de Rosh Há Shaná com um maravilhoso jantar, acompanhado de algumas orações específicas para este dia. Comemos neste dia maças com mel como um símbolo do desejo de um ano novo doce e agradável a todos. A chalá (pão de shabat) que é usada no jantar de Rosh Há Shaná não é comprida, mas sim redonda, simbolizando o ciclo da vida que se renova a cada ano. Desde a antiguidade, estipulou-se que a celebração de Rosh Ha Shaná duraria 2 dias, pois no passado não havia certeza do dia específico (1° dia do 7° mês), em função de ser uma festa da lua nova. Assim, os dois dias de Rosh Há Shaná são passados quase sempre na sinagoga, onde tocamos o shofar e oramos um conjunto de orações específicas que estão agrupadas no Machzor (livro de orações para Rosh HÁ Shaná e Yom Kipur). Basicamente são orações de agradecimento, louvor e principalmente arrependimento. Neste dia, colocamos sobre o Aron Ha Kodesh (arca que contém o rolo da Torá) uma cortina branca, simbolizando a necessidade de termos um coração puro perante o Eterno.

A leitura da Torá é feita em Genesis capítulos 21 e 22, relatando o evento da “Akedá”, onde Abraão sobe com seu filho Isaque ao monte Moriá para sacrificá-lo. A Haftará que lemos é a história do profeta Samuel, seu nascimento e seu chamado sacerdotal (I Sm caps 1 – 3). É impossível estudarmos estas porções da Tanách e não notarmos uma palavra que é o tema central dos dois eventos: HINENI! Esta pequena palavra em hebraico expressa o que realmente sentimos e o que realmente estamos dispostos a fazer por amor ao nosso Deus: HINENI – EIS-ME AQUI! A expressão HINENI expressa nossa prontidão para obedecer e servir incondicionalmente ao nosso Criador. O sacerdote Eli instruí a Samuel: Hineni – Daber Adonai ki shomêa avdechá – Eis-me aqui! Fala Senhor pois está a ouvir teu servo!

AKEDÁ, representada por Laurent de La Hyre - 1650

Por isso, meu desejo para todos vocês neste ano novo que tem início nesta semana é que possamos ter o espírito de Abraão e o espírito de Samuel, servos verdadeiros que não se preocupavam apenas em crer em Deus, mas em obedecê-Lo de todo o coração, não importando as circunstancias. Tenho certeza que os que vivem o verdadeiro “HINENI”, terão seus nomes escritos e selados no Livro da Vida.

A Todos meu Chag Sameach e meu Shalom desde Jerusalém,

MZandona

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Shalom caros amigos,

Recebi este e-mail e decidi traduzir para vocês. Tenho pregado nos últimos 7 anos que o mundo que conhecemos está prestes a sofrer uma mudança irremediável, caso os justos deste planeta não acordem para o perigo eminente. O Islamismo está, aos poucos, dominando as principais potencias econômicas do nosso planeta. Inglaterra e França já sucumbiram, agora é a vez dos EUA e do restante da Europa. Esta religião do ódio e da intolerância representa uma ameaça aos valores judaico/cristãos e ao estilo de vida conforme a Torá. Vejam que interessante e surpreendam-se!

Mensagem:

A palavra “Shalom” é uma palavra muito importante. Precisamos da ajuda do Eterno para que possamos ser agentes de PAZ entre o seu povo. No entanto, até que um milagre aconteça, todos devemos estar preparados para o que estas pessoas estão planejando contra nós. Não sejamos como em 1930 na Europa, quando estávamos em sono profundo e não acreditando no que nossos inimigos estavam nos prometendo. Pelo menos, vamos despertar em nós o espírito do Rei Davi e lutar contra este “gigante” no nome do Deus de Israel!

Imagens de Londres – muito mais que aterrorizantes...

Você pode imaginar uma demonstração cristã ou judaica contra o islamismo, acontecendo no centro de Bagdá? Veja as fotos abaixo e decida como você realmente se sente em relação ao futuro do mundo Ocidental.

Estas são fotos de muçulmanos em marcha pelas ruas de Londres durante sua recente “Demonstração da Religião da PAZ”.



"Assassinem os que insultam o Islamismo"; "A Europa pagará! A demolição está a caminho!";

"Os que insultam ao Islamismo devem ser decaptados!"

"A Europa é o câncer, o Islamismo é a cura"!


"O Islamismo dominará o mundo!"

"Liberdade: vá para o inferno!"

"A Europa pagará: Teu 11 de setembro está a caminho!"

"Estejam preparados para o verdadeiro Holocausto!"


Por que deveríamos nos preocupar com muçulmanos tão “pacíficos” como estes? Todos devem saber o que realmente planeja o Islamismo para o mundo. Divulgue esta mensagem para todos.

Quem tem ouvidos para ouvir OUÇA! As fotos falam por mil palavras!

MZandona

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Ataque terrorista ou acidente de trânsito? Como este atentado será mostrado ao mundo?

Nesta segunda-feira, 10:55 da noite, um árabe-israelense habitante da Jerusalém Oriental dirigiu seu carro em alta velocidade sobre um grupo de soldados que esperava pela abertura do sinal de transito de um dos cruzamentos mais movimentados de Jerusalém, entre as ruas Yafo e Sholomo há Melech. O local é passagem para os que caminham em direção à Cidade Velha, em especial ao Kotel (muro Ocidental), que era o destino do grupo de soldados. Três soldados ficaram gravemente feridos e 15 sofreram ferimentos moderados. Todos foram socorridos e levados para os hospitais mais próximos. O condutor do veículo, Kassem Muhrabi, de apenas 19 anos, foi morto por um dos soldados atingidos após bater em um muro próximo ao local.

Soldado atingido pelo veículo é socorrido.

Horas depois do incidente, o serviço secreto e a polícia israelense já visitava a família de Muhrabi em Jerusalém Oriental. O pai do jovem de 19 anos recebeu a polícia com grande revolta, afirmando que seu filho, que não possuía habilitação, apenas perdeu o controle do veículo. “Meu filho foi assassinado!”, disse Mahmud Muharabi aos repórteres que o entrevistaram. “Meu filho apenas sofreu um acidente e acabou sendo morto”, complementou Muharabi.

Mas tanto a polícia quanto várias testemunhas afirmaram que o rapaz direcionou seu carro exatamente sobre o grupo de soldados, e que o mesmo veio em alta velocidade aparentando ter controle e domínio do veículo. “Não há dúvidas que o incidente foi um ato terrorista”, afirmou o chefe de polícia Micki Roselfeld em entrevista na manhã seguinte. “Estamos em estado de alerta pois estamos ainda no mês do Ramadã, e em poucos dias estaremos celebrando nosso ano novo. Este é o terceiro ataque do tipo em menos de 3 meses”, complementa Rosenfeld.

O que mais me impressiona é a forma como alguns veículos de comunicação fora de Israel noticiaram o fato, acusando soldados israelenses de terem “assassinado” um jovem árabe que perdeu o controle de seu veículo. Pior ainda é o fato de muitas pessoas acreditarem nestas notícias manipuladas e deturpadas provenientes de organizações anti-semitas que fazem de tudo para espalhar o ódio contra o povo judeu, alternando a realidade de ISRAEL para colocar a população árabe/palestina como vítima.

Parente de Kassem Muhrabi mostra a foto do jovem como forma de protesto. Para ela, o rapaz foi cruelmente assassinado por soldados israelenses

Israel possui centenas de milhares de árabes muçulmanos que são cidadãos israelenses. Infelizmente, o ódio islâmico faz de cada um deles um terrorista em potencial. Israel terá que mudar suas leis e sua legislação muito em breve, pois não podemos mais viver em uma realidade como esta. Não estamos mais enfrentando apenas os ataques terroristas palestinos, mas sim o ódio e o terror de árabes-israelenses que vivem conosco no seio de nossa nação, com os mesmos direitos e benefícios que qualquer um de nós.

Oremos para que o Messias apresse a sua vinda e traga a verdadeira paz não só para Israel, mas para todas as nações.

Na dependência Dele,

MZandona