sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Shalom caros amigos,

Recebi este e-mail e decidi traduzir para vocês. Tenho pregado nos últimos 7 anos que o mundo que conhecemos está prestes a sofrer uma mudança irremediável, caso os justos deste planeta não acordem para o perigo eminente. O Islamismo está, aos poucos, dominando as principais potencias econômicas do nosso planeta. Inglaterra e França já sucumbiram, agora é a vez dos EUA e do restante da Europa. Esta religião do ódio e da intolerância representa uma ameaça aos valores judaico/cristãos e ao estilo de vida conforme a Torá. Vejam que interessante e surpreendam-se!

Mensagem:

A palavra “Shalom” é uma palavra muito importante. Precisamos da ajuda do Eterno para que possamos ser agentes de PAZ entre o seu povo. No entanto, até que um milagre aconteça, todos devemos estar preparados para o que estas pessoas estão planejando contra nós. Não sejamos como em 1930 na Europa, quando estávamos em sono profundo e não acreditando no que nossos inimigos estavam nos prometendo. Pelo menos, vamos despertar em nós o espírito do Rei Davi e lutar contra este “gigante” no nome do Deus de Israel!

Imagens de Londres – muito mais que aterrorizantes...

Você pode imaginar uma demonstração cristã ou judaica contra o islamismo, acontecendo no centro de Bagdá? Veja as fotos abaixo e decida como você realmente se sente em relação ao futuro do mundo Ocidental.

Estas são fotos de muçulmanos em marcha pelas ruas de Londres durante sua recente “Demonstração da Religião da PAZ”.



"Assassinem os que insultam o Islamismo"; "A Europa pagará! A demolição está a caminho!";

"Os que insultam ao Islamismo devem ser decaptados!"

"A Europa é o câncer, o Islamismo é a cura"!


"O Islamismo dominará o mundo!"

"Liberdade: vá para o inferno!"

"A Europa pagará: Teu 11 de setembro está a caminho!"

"Estejam preparados para o verdadeiro Holocausto!"


Por que deveríamos nos preocupar com muçulmanos tão “pacíficos” como estes? Todos devem saber o que realmente planeja o Islamismo para o mundo. Divulgue esta mensagem para todos.

Quem tem ouvidos para ouvir OUÇA! As fotos falam por mil palavras!

MZandona

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Ataque terrorista ou acidente de trânsito? Como este atentado será mostrado ao mundo?

Nesta segunda-feira, 10:55 da noite, um árabe-israelense habitante da Jerusalém Oriental dirigiu seu carro em alta velocidade sobre um grupo de soldados que esperava pela abertura do sinal de transito de um dos cruzamentos mais movimentados de Jerusalém, entre as ruas Yafo e Sholomo há Melech. O local é passagem para os que caminham em direção à Cidade Velha, em especial ao Kotel (muro Ocidental), que era o destino do grupo de soldados. Três soldados ficaram gravemente feridos e 15 sofreram ferimentos moderados. Todos foram socorridos e levados para os hospitais mais próximos. O condutor do veículo, Kassem Muhrabi, de apenas 19 anos, foi morto por um dos soldados atingidos após bater em um muro próximo ao local.

Soldado atingido pelo veículo é socorrido.

Horas depois do incidente, o serviço secreto e a polícia israelense já visitava a família de Muhrabi em Jerusalém Oriental. O pai do jovem de 19 anos recebeu a polícia com grande revolta, afirmando que seu filho, que não possuía habilitação, apenas perdeu o controle do veículo. “Meu filho foi assassinado!”, disse Mahmud Muharabi aos repórteres que o entrevistaram. “Meu filho apenas sofreu um acidente e acabou sendo morto”, complementou Muharabi.

Mas tanto a polícia quanto várias testemunhas afirmaram que o rapaz direcionou seu carro exatamente sobre o grupo de soldados, e que o mesmo veio em alta velocidade aparentando ter controle e domínio do veículo. “Não há dúvidas que o incidente foi um ato terrorista”, afirmou o chefe de polícia Micki Roselfeld em entrevista na manhã seguinte. “Estamos em estado de alerta pois estamos ainda no mês do Ramadã, e em poucos dias estaremos celebrando nosso ano novo. Este é o terceiro ataque do tipo em menos de 3 meses”, complementa Rosenfeld.

O que mais me impressiona é a forma como alguns veículos de comunicação fora de Israel noticiaram o fato, acusando soldados israelenses de terem “assassinado” um jovem árabe que perdeu o controle de seu veículo. Pior ainda é o fato de muitas pessoas acreditarem nestas notícias manipuladas e deturpadas provenientes de organizações anti-semitas que fazem de tudo para espalhar o ódio contra o povo judeu, alternando a realidade de ISRAEL para colocar a população árabe/palestina como vítima.

Parente de Kassem Muhrabi mostra a foto do jovem como forma de protesto. Para ela, o rapaz foi cruelmente assassinado por soldados israelenses

Israel possui centenas de milhares de árabes muçulmanos que são cidadãos israelenses. Infelizmente, o ódio islâmico faz de cada um deles um terrorista em potencial. Israel terá que mudar suas leis e sua legislação muito em breve, pois não podemos mais viver em uma realidade como esta. Não estamos mais enfrentando apenas os ataques terroristas palestinos, mas sim o ódio e o terror de árabes-israelenses que vivem conosco no seio de nossa nação, com os mesmos direitos e benefícios que qualquer um de nós.

Oremos para que o Messias apresse a sua vinda e traga a verdadeira paz não só para Israel, mas para todas as nações.

Na dependência Dele,

MZandona

domingo, 21 de setembro de 2008

Mudanças no futuro político da Nação Judaica

Como já era de se esperar, Tzipi Livni nem assumiu o cargo de 1° Ministro e já enfrenta sua primeira crise política. No mesmo dia em que Ehud Olmert entregou sua carta de resignação ao presidente Shimon Perez, os três partidos políticos que apoiavam a saída de Olmert e o governo de Tzipi Livni, decidiram mudar de idéia. O partido religioso do Shas (liderado por Eli Ishay), o partido trabalhista (de Iehud Barak) e o Likud (de Benjamin Netanyahu) pensam agora em formar uma aliança para pedir a formação de um governo emergencial, com eleições imediatas.

Tanto o partido trabalhista quanto o Likud, fizeram parte da coalizão para pedir a resignação de Ehud Olmert , garantindo seu apoio a substituição de Olmert por outro representante do partido governista, o Kadima, que governaria até o final de 2010. Livni foi eleita como substituta de Olmert, mas seus aliados políticos decidiram “puxar seu tapete”. Tanto o Likud de Iehud Barak, quanto o Likud, tiveram a oportunidade de pedirem eleições emergenciais antes da resignação de Olmert, mas não o fizeram pois concordaram em apoiar o governo sucessor de Livini. Mas o jogo mudou quando todos viram Olmert realmente cumprindo com sua palavra e deixando o poder.

O presidente Shimon Peres (esq), recebe a carta de resignação do 1° Ministro Ehud Olmert

Agora, tudo vai depender da capacidade do Kadima e de Tzipi Livni de conseguir coalizões e formar um governo substituto em 38 dias. Se os partidos que anteriormente apoiavam o Kadima, mudarem de opinião e pedirem a formação de um governo emergencial, poderemos ter novas eleições para primeiro ministro ainda este ano.

Se anteriormente havia temores quando à tendência liberal de Tzipi Livni, agora a situação se agrava ainda mais. Só de pensar que poderemos ter um governo formado pela aliança de Benjamin Netanyahu e Iehud Barak, já serve para mobilizarmos todos para orarem e intercederem pelo futuro da nação israelense. Este é um governo que nenhum judeu que crê no Eterno e na Torá, deseja ver. Contamos com a oração de todos para que a vontade de Deus prevaleça em meio ao complicado e descrente cenário político israelense.

A todos um Shavúa Tôv e Shaná Tová,

MZandona

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Shalom amigos,
Aproveito a oportunidade para agradecer aos inúmeros e-mails e comentários que tenho recebido de todo o Brasil e de outros países, de pessoas que acompanham o Blog. Muito obrigado também àqueles que têm contribuído para o nosso sustento aqui em Israel. Que as Bênçãos do Eterno alcançem suas vidas abundantemente!
MZandona

Depois de Golda Meir, Tzipi Livni é a 2ª mulher a alcançar o cargo de Primeiro Ministro Israelense

Está decidido. Por uma diferença de 12%, Tzipi Livni foi eleita a substituta do atual 1° ministro Ehud Olmert, que já está com sua resignação acertada. A eleição ocorreu apenas entre afiliados do partido governante, o Kadima, e colocou Livni em uma das posições mais estressantes de todo o mundo. Olmert sai da liderança do país com inúmeras acusações de corrupção, como lavagem de dinheiro, desvio de verbas públicas, tráfico de influências, dentre outras. Particularmente, fiquei muito decepcionado com as ações de Olmert como 1° Ministro e apóio 100% sua resignação. Em pensar que conheci pessoalmente o Sr. Ehud Olmert em 1998, ainda como prefeito de Jerusalém, em visita a minha então escola de Hebraico. Em frente às câmeras e fotógrafos, ele me cumprimentou e disse: “Israel é o lugar de todo judeu e Jerusalém sempre foi e sempre será nossa capital indivisível.” Eu jamais imaginei que o Sr. Olmert seria primeiro ministro. Também jamais imaginei que iria presenciar sua resignação por corrupção, exatamente 10 anos depois.

Ehud Olmert sente o peso da nação israelense e das acusações de corrupção, agendando sua resignação ao cargo de 1° Ministro Israelense


Tendo recém-completado seus 50 anos, a “tel-aviviana” e futura primeira ministra, Tzipora Malka Livni, atuava como ministra das Relações Exteriores de Israel desde 2005. Mas sua carreira política começou em 1999 ao entrar para o partido Likud, exercendo desde então os cargos de Ministra de Cooperação Regional, Ministra da Agricultura, Ministra de Imigração e Absorção, Ministra de Moradia e Construção e por último, Ministra da Justiça. Extremamente liberal, Livini foi quem pela primeira vez afirmou que “ataques a soldados israelenses não devem ser considerados atos terroristas. Atos terroristas são aqueles intentados apenas contra civis.” Não é de se admirar que grande parte do exército israelense se indignou muito com as palavras da então Ministra da Justiça!

Depois de Golda Meir, Tzipi Livni será a próxima mulher a alcançar o cargo de primeira minsitra Israelense


Livini, em minha opinião, pode representar um grande perigo à soberania do Estado Judeu. O velho estigma do “território em troca de Paz”, ainda ecoa na mente e nas atitudes desta nova geração de políticos extremamente liberais, com muito pouco interesse aos princípios bíblicos e à constituição de Israel como “povo da Aliança”. Livni faz parte de uma geração que abraçou com unhas e dentes o sionismo e o retorno do povo judeu ao “Eretz Israel” (seus pais fizeram parte do famoso “Irgun”, uma espécie de milícia judaica, para-militar, que defendia o uso da força para garantir a imigração judaica nos anos 30 e 40), mas esqueceu-se totalmente das raízes culturais e principalmente religiosas do povo judeu.

Continuo afirmando que Israel não é qualquer nação, e o povo judeu não é qualquer povo. Enquanto Israel possuir um governante que não teme e não anda nos caminhos do Eterno, continuaremos a sofrer as conseqüências da quebra de princípios bíblicos os quais, na verdade, são os verdadeiros pilares da existência de Israel e do povo Judeu.

Daí, como sempre, precisamos muito da intercessão e da súplica dos justos em favor da liderança e do povo Israelense (tanto árabes quanto judeus). Israel precisa, antes de mais nada, reconhecer Seu Deus, Suas Leis e Seus princípios. Oremos pela nova Primeira Ministra, para que seu governo seja justo e em consonância com a Torá e os Profetas.

Na esperança dos profetas,

MZandona

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Shalom amados,

Estamos no mês judaico de Elul, chamado em hebraico de chodesh tshuvá (mês do arrependimento, ou do retorno). Elul é um mês de preparação para as Festas de outono: Rosh Há Shaná, Yom Kippur e é claro, Sucôt (Tabernáculos). Durante o mês de Elul toca-se o shofar todos os dias pela manhã, juntamente com um serviço na sinagoga muito especial, chamado de Slichôt (perdão). Alguns podem pensar que este culto matinal de arrependimento seria algo triste, mas na verdade é um serviço muito alegre. Celebra-se a oportunidade de arrependimento, o que é um dos maiores símbolos da graça (chéssed) do Eterno. “...a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus” Sl 51:17. Que possamos todos buscar o verdadeiro arrependimento e voltarmos nossos pensamentos para o Eterno, preparando-nos para Yom Kippur.

Há uma grande batalha acontecendo neste momento em Israel no que diz respeito a legalidade dos judeus messiânicos. Os religiosos não os consideram judeus pelo fato de crerem em Yeshua, apesar de terem o direito de cidadania garantido pela constituição do país. Como os religiosos também controlam a maioria no parlamento, o país navega pelas águas de suas determinações.

Bíblias queimadas em público na cidade de Or Yehuda, em uma manifestação de judeus ortodoxos contra a presença de messiânicos na cidade - 25/05/2008

Mas nesta semana, em uma decisão histórica, o departamento anti-missionário de Israel (Iad Le Achim), anunciou que permitirá a imigração de judeus messiânicos da Índia, os chamados “Bnei Manashê”. Todos estão celebrando esta decisão como sendo uma grande vitória para os judeus messiânicos, mas na verdade se trata de uma grande armadilha dos ortodoxos para obrigar estes judeus que crêem em Yeshua a passarem por um processo de conversão. Como todos sabem, durante estas conversões, 99,99% das pessoas acabam sendo convencidas que Yeshua foi um grande charlatão e mentiroso. Só em Israel, os ortodoxos estão convertendo 3000 cristãos POR ANO ao judaísmo. Geralmente, os rabinos aqui em Israel que mais odeiam cristãos são ex-pastores e ex-missionários que se converteram ao judaísmo e abandonaram sua fé. Aqui em Israel, o judeu messiânico é discriminado e tratado como “traidor” pelos religiosos, que também controlam a polícia. Vocês não fazem idéia do ódio, da aversão e da intolerância que os judeus ortodoxos têm em relação a Yeshua e aos judeus messiânicos aqui em Israel. Não há perseguição religiosa em Israel para o cristão (católico, protestante, pentecostal, etc.) nem para o muçulmano, nem para o budista, o induísta e nem mesmo para o ateu. Mas no momento em que um judeu decide crer em Yeshua (Jesus) como Messias, mantendo seu estilo de vida judaico, a perseguição se estabelece ferozmente.

Daí minha preocupação quando vejo cristãos no Brasil e no mundo imitando e supervalorizando este mesmo ortodoxismo contemporâneo, com suas roupas, tradições e costumes estranhos a Israel e as Escrituras, que trariam vergonha e espanto tanto aos profetas de Israel quando aos nossos sábios da antiguidade como Maimonides, Rashi ou até mesmo Baruch Espinoza. Na verdade, o judaísmo de hoje precisa urgentemente de uma grande reforma, de uma grande restauração.

Tenham todos um abençoado SHABAT,

MZandona