sábado, 31 de janeiro de 2009

Shalom,

Enquanto as eleições aqui em Israel não
chegam (a mesma acontecerá no dia 10/02), decidi traduzir para vocês uma carta de um grande amigo aqui de Jerusalém. JS é pesquisador e mestre em arqueologia bíblica pela Hebrew University of Jerusalem. Ele viaja pelo mundo ensinando sobre a necessidade de diálogo entre Judeus e Cristãos, bem como o reconhecimento das raízes históricas e judaicas do Cristianismo (raízes estas mascaradas e desprezadas no Cristianismo desde o início da era comum). Bem, segue abaixo o texto de JS sobre os últimos acontecimentos em ISRAEL. Tenho certeza que vocês o apreciarão tal como eu.

Abraços e Shabat Shalom,

MZandonna

Oficialmente há um cessar-fogo em Gaza, depois que egípcios conseguiram um acordo com o Hamás e com Israel que envolvia o fim do conflito e a retirada do exército israelense. O exército israelense retirou todas as suas tropas de Gaza, mas os ataques com foguetes por parte do Hamás nunca pararam. Apenas hoje (29/02), um soldado israelense foi morto e outros três ficaram feridos em uma emboscada próximo a linha de segurança em Gaza. Eu acho que esta situação vai continuar assim. Teremos que nos acostumar com o islamismo radical e terrorista do Hamás e da Jihad internacional, da mesma forma que os EUA e a Europa acostumaram-se a viver com a Al-Queada e com Sadan Hussein, com os atentados em Madri e a destruição das torres gêmeas em Nova Iorque, em 2001.

Como nações “tolerantes e misericordiosas”, temos que “dar a outra face” e permitir que os foguetes “Scad” e os foguetes “Grad”, fornecidos pelo Iran e pela Coréia do Norte, continuem a matar judeus em cidades israelenses ou em balneários de Bali. Estas organizações terroristas islâmicas escreveram em suas bandeiras seu desejo de eliminar Israel e matar cristãos. O mundo continua inerte enquanto crianças judias são mortas e assassinadas já há oito anos. Mas quando crianças palestinas muçulmanas são mortas devido ao uso de civis (mães e crianças) pelo Hamás como escudos humanos, a mídia ocidental acorda e compara Israel com soldados nazistas, acusando soldados israelenses de matarem crianças e civis deliberadamente. Eu garanto a vocês que não há sequer um soldado israelense que serve o exército pensando em matar árabes, crianças ou adultos.


Criancas em Gaza sao vestidas como " homens bomba" por militantes do Hamas

A razão pela qual escrevi os parágrafos acima foi porque quando estava na Holanda na semana passada, vi um programa de entrevista alemão onde havia cristãos e judeus discutindo sobre a situação em Gaza. Eu não pude acreditar no que os meus olhos estavam vendo e meus ouvidos ouvindo! Eu ouvi homens alemães letrados, formadores de opinião e pesquisadores, comparando o que aconteceu em Gaza com o que a SS alemã fez aos judeus durante a II Guerra. Eles mostraram fotos de crianças palestinas e mulheres em hospitais de Gaza, bem como fotos de corpos de pessoas que morreram nos bombardeios, essencialmente afirmando que os israelenses não são em nada diferentes dos Nazistas durante o Holocausto na II Guerra. Como uma visão distorcida da história, entre a chamada “Elite intelectual européia e americana”, pode sequer permitir que lábios inconseqüentes falem com tamanho desprezo à memória dos 6.000.000 de judeus e dos 50.000.000 de pessoas que morreram durante a II Guerra?

Bispo Richard Williamson - Negar o Holocausto nao foi o suficiente para sua excomungação

Nunca foi dada nenhuma ordem a soldados, pilotos, comandantes, infantaria ou marinha israelense para se atirar em civis. Mas do outro lado, escutamos líderes religiosos muçulmanos pregando abertamente de seus púlpitos sobre a aniquilação dos Judeus e do Estado de Israel e sobre a conversão de cristãos ao islamismo sob a pena dolorosa de morte. O mundo tem ouvido as vozes e visto as tochas já acesas, mas tem agido como se tudo isso fosse uma “rima” de jardim de infância. Cristãos: é hora de acordar! Judeus: é hora de vermos quem são nossos verdadeiros amigos e quem estará conosco no momento sombrio que antecederá a vinda do Messias ressurreto de Deus, que aparecerá no horizonte e fará com que toda língua O confesse e todo joelho se dobre perante Ele. Cristãos: unam-se a nós em oração pela sanidade da liderança cristã no mundo e para o bom senso da liderança do mundo árabe e muçulmano!

JS

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Palestinos acusam o Hamás de causar morte de civis

Tenho mostrado para vocês através de fontes daqui de Israel como o "outro lado da história” é omitido pela mídia internacional. A maneira como o Hamás causou a morte de centenas de civis é muito pouco divulgada. Mas esta semana, o comandante das operações em Gaza, Gal. Eyal Eisenberg, afirmou que o uso de crianças e mulheres pelo Hamás durante a ofensiva de 3 semanas foi simplesmente “monstruoso” e “desumano”.

Temos provas e testemunhos de civis palestinos que afirmaram que oficiais do Hamás os obrigavam a carregar armamentos para os soldados na linha de frente”, disse Einsenberg em entrevista ao jornal HaAretz. “Famílias inteiras habitavam em residências repletas de explosivos sem ao menos saberem”, concluiu o general israelense.

Mas a notícia mais interessante desta semana não veio de jornais israelenses, mas sim de um jornal italiano. O “Corriere della Sera” publicou nesta quinta-feira uma entrevista com um médico palestino do hospital “Shifa”, da cidade de Gaza.

Segundo este médico, os palestinos estão acusando o Hamás de forçar civis a permanecerem em suas casas enquanto soldados da facção terrorista utilizavam suas residências para atacar soldados israelenses. Entre os palestinos há uma séria desavença no momento em relação ao número de mortos no conflito. O Hamás declara que 1250 palestinos morreram, dentre os quais mais da metade seriam civis. Mas o Hospital Shifa da Cidade de Gaza afirma que este número seria de 500, no máximo 600 mortos, a maioria jovens entre 17 e 23 anos que foram alistados pelo Hamás.

Talvez o que está acontecendo agora seja igual ao ocorrido em Jenin, em 2002, quando o exército israelense entrou em confronto com militantes palestinos na Cisjordânia. No início os palestinos anunciaram que 1500 pessoas haviam morrido no confronto, mas depois assumiram que apenas 54 pessoas morreram, dentre os quais 45 eram militantes”, afirmou o médico do hospital Shifa, da cidade de Gaza.

Charge publicada no jornal Jerusalem Post

Termino este post citando uma frase do discurso de posse do mais novo presidente americano, Barack H. Obama, que dirigiu a palavra aos líderes fundamentalistas islâmicos de nossos dias.

"Para os líderes ao redor do globo que buscam semear conflitos ou que culpam o Ocidente pelas doenças de suas sociedades, saibam que seus povos julgarão vocês não pelo que vocês podem destruir, mas sim pelo que vocês podem construir".

Que os oficiais do Hamás ouçam as palavras do presidente americano e se preocupem mais em cuidar dos cidadãos de Gaza, provendo infra-estrutura e uma condição de vida digna para homens e mulheres de bem. É hora de garantir um futuro melhor para as crianças palestinas.

Shabat Shalom,

MZandonna

domingo, 18 de janeiro de 2009

Hafssakát Êsh

Na madrugada desse domingo dia 18, o governo de Israel declarou um Hafssakát Êsh (cessar-fogo) unilateral, colocando fim a 23 dias de bombardeios intensos às instalações do Hamás na Faixa de Gaza. Porém, de acordo com as declarações do Primeiro Ministro Ehud Olmert, o exército de Israel permanecerá em Gaza até que os ataques às cidades do Sul cessem por completo. “Se o Hamás cessar por completo o lançamento deliberado de foguetes contra israelenses, Israel irá retirar suas tropas por completo de Gaza. Se isso não acontecer, tal como foi registrado no dia de hoje, o exército de Israel continuará sua operação na região para proteger os cidadãos israelenses (...). Nossa luta não é nem nunca foi contra o povo de Gaza, mas sim contra o Hamás e sua ideologia de eliminação completa de Israel. Deixamos completamente a região em 2005 com a intenção de nunca mais voltarmos. Mas infelizmente, os ataques deliberados contra israelenses jamais cessaram”, afirmou Olmert na reunião parlamentar deste domingo.

Soldados israelenses celebram o fim do conflito

Neste último final de semana (minutos depois das declarações do cessar-fogo israelense), dezenas de foguetes atingiram cidades e comunidades próximas à Beer-Sheva. Uma sinagoga foi atingida em cheio no sábado pela manhã na comunidade de Netivot, mas por um milagre ninguém se feriu pois os membros estavam no intervalo das orações quando o foguete atingiu o prédio.

Enquanto os foguetes não param de cair em território israelense, Israel abre as portas de seus hospitais para receber palestinos feridos no confronto. Aliás, desde antes do início do conflito Israel já havia declarado que seus hospitais estariam abertos para os Palestinos. Também desde o início do conflito caminhões diários com ajuda humanitária têm sido enviados a Gaza por parte de Israel.

Aproveitando o cessar-fogo declarado por Israel, o Hamás também declarou nesta manhã um cessar-fogo, mas condicionado à algumas exigências. Segundo Ayman Taha, porta voz oficial da facção terrorista, as tropas israelenses possuem uma semana para evacuarem totalmente a região. Ayman também ordenou a reabertura imediata da fronteira com o Egito. “Se em sete dias estas exigências não forem atendidas, os ataques continuarão”, afirmou Ayman na cidade do Cairo nesta manhã.

Membros da sinagoga em Netivot agradecem a D-us pelo milagre neste sábado - No momento do impacto todos estavam fora do prédio, no intervalo das orações.

Como vocês podem ver, apesar do cessar-fogo declarado por ambas as partes, o confronto com o Hamás ainda está longe de uma solução pacífica. Antes os ataques do Hamás se justificavam pela simples presença de Judeus em Israel. Agora, eles dizem ao mundo que os ataques são devido à invasão de Gaza por Israel há 23 dias. As desculpas mudam de acordo com a música, mas o objetivo é apenas um: riscar Israel do mapa. Tal objetivo nunca foi novidade para Palestinos ou Israelenses; apenas a mídia internacional finge não saber. Mas uma coisa é certa: enquanto o Hamás existir e exercer o governo na região, ataques deliberados contra civis israelenses continuarão a existir. Nunca existiu, por parte do Hamás, do Fatah, do Hizbolá ou da Jihad Islâmica, o desejo de co-existir pacificamente com Israel.

Tem circulado na mídia eletrônica brasileira uma certa “carta de um irmão palestino”, escrita por um misterioso “Achmed”. Achmed seria um palestino que imigrou para o Brasil quando criança e que expõe sua visão contra o Hamás e sua política de terror e medo em uma carta. Como não pude confirmar a veracidade e autenticidade desta carta, optei por não postá-la para vocês em meu blog.

Ao invés disso, optei por publicar uma outra carta, também escrita por um árabe. Esta carta foi escrita por Youssef Ibraim, ex-correspondente do New York Times e ex-editor do Wall Street Journal. Ibrahim é bem conhecido na mídia árabe e também americana. Vale apena conferir o ponto de vista do Sr. Ibrahim.

Desejando a todos um Shavua Tov (Boa Semana),

MZandonna



Aos meus irmãos árabes: A Guerra contra Israel terminou – eles ganharam! Agora, vamos seguir em frente!

Por Youssef M. Ibrahim

Com Israel entrando em sua quarta semana de incursão na mesma Faixa de Gaza que voluntariamente evacuou há alguns meses, um senso de realidade entre os árabes está se espalhando através de cartas, programas de TV em canais árabes, jornais árabes, etc. As novas visões são surpreendentes tanto pela maturidade quanto pelo realismo. A melhor maneira que encontrei para expressar tal visão foi na forma de uma carta dos árabes para seus irmãos palestinos:

Caros irmãos árabes palestinos,

A guerra contra Israel acabou. Vocês perderam. Rendam-se e negociem para assegurarem um futuro para seus filhos. Nós, seus irmãos árabes, diremos até ficarmos roxos que permaneceremos com vocês, mas os sábios entre vocês e a maioria de nós sabe que temos que continuar em frente, longe da velha e cansativa idéia da causa Palestina do “eterno conflito” com Israel.

Caros amigos, vocês e seus líderes já desperdiçaram três gerações tentando lutar pela “Palestina”, mas a verdade é que a Palestina que vocês tiveram nas mãos em 1948 é muito maior do que aquela que vocês puderam ter em 1967, a qual ainda é maior daquela que vocês poderão negociar agora ou daqui a 10 anos. Este conflito tem significado menos terra e mais miséria e solidão para vocês.

No presente momento, meus irmãos, vocês seriam afortunados se assegurassem um Estado nesta mesma Faixa de Gaza que vocês todos se amontoam, bem como na pequena parte da Cisjordânia. Não vai ficar melhor do que isso. O tempo está passando e pode ser tarde demais até para estes territórios. Então, deixo abaixo alguns fatos, estimativas e também alguns conselhos, caros amigos.

Vocês têm chaves as quais vocês arrastam para entrevistas na TV, para casas que não existem ou que são habitadas por israelenses que não possuem interesse algum em deixar Jafa, Haifa, Tel-Aviv ou Jerusalém Ocidental. Vocês atacam com armas ultrapassadas os modernos tanques israelenses e os jatos de combate feitos pelos EUA, causando praticamente nenhum dano para Israel e ao mesmo tempo atraindo para vocês a ira e o poder de seu exército. Vocês ridiculamente lançam foguetes Kassam os quais causam pouquíssima destruição e se iludem no pensamento que esta é uma guerra para de “liberação da Palestina”. Seu governo, suas instituições sociais, suas escolas e sua economia estão em ruínas.

Seus jovens têm crescido iletrados, doentes e atrelados a ritos de morte e suicídio, enquanto vocês, com efeito, vivem à custa da bondade de estrangeiros, incluindo os EUA e as Nações Unidas. Todos os dias seus oficiais têm que implorar pelo seu pão diário, dependente de caminhões de ajuda humanitária com comida e remédios para a Faixa de Gaza e Cisjordânia, enquanto o governo do criminoso, muçulmano e fundamentalista Hamás continua a colocar lenha na fogueira para uma guerra que não pode ser nem lutada nem muito menos ganha.

Em outras palavras, meus irmãos, vocês estão por baixo, isolados e sozinhos em um pasto em chamas que se encolhe a cada dia.

Que tipo de conflito é este? Vale a pena estar envolvido nele? Mais importante: que tipo de futuro miserável este conflito tem garantido para as suas crianças, a quarta ou quinta geração dos “árabes que nada possuem”?

Nós, seus irmãos árabes, já passamos desta fase.

Os que dentre nós possuem dinheiro proveniente do petróleo estão ocupados acumulando riquezas e construindo casas, luxuosos estabelecimentos, universidades e escolas, estradas e rodovias. Os que dentre nós fazem fronteira com Israel, como o Egito e a Jordânia, assinaram tratados de paz e com certeza não entrarão em guerra por vossa causa. Aqueles de nós que estão longe, em lugares como o Norte da África ou o Iraque, francamente não dão a mínima com o que acontece com vocês.

Apenas a Síria continua alimentando a fantasia que um dia ela se unirá a vocês na “libertação da Palestina”, mesmo tendo uma grande fatia de seu território, as planícies do Golan, tomada e anexada por Israel em 1967. Os sírios, meus caros amigos, lutarão até verem o último palestino árabe perecer.

Antes de vocês estarem atrelados a esta gangue do Hamás, um outro líder trapaceiro e corrupto de vocês, o Sr. Yasser Arafat, vendeu para vocês um pacote com muitos produtos: dor, corrupção e milhões de dólares roubados de vocês e desviados para os parentes dele – tudo isso enquanto suas crianças brincavam nos esgotos de Gaza.

A guerra acabou. Porque não dar início a um novo futuro?

Youssef M. Ibrahim

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Shalom a todos,

Em meio aos bombardeios ao Hamás, ao uso de civis como escudos humanos e às dezenas de foguetes que jamais cessaram de atingir as cidades ao sul, continuamos nossa luta para mostrar às pessoas o outro lado da moeda, o outro ponto de vista, o que verdadeiramente acontece neste conflito e que é ocultado e omitido pela mídia internacional.

O mundo se levanta fortemente contra Israel e contra o povo Judeu. A intenção do Hamás de sacrificar crianças e inocentes civis para colocar o mundo contra Israel tem funcionado maravilhosamente. Todos comentam sobre a crueldade de Israel, em atacar sem distinção homens, mulheres e principalmente crianças indefesas em Gaza. Mas ninguém critica o Hamás por aterrorizar a população civil de Gaza, obrigando-os a se posicionarem na linha de frente, em alvos militares e em incursões contra as tropas de Israel. Crianças são raptadas diariamente em GAZA para serem usadas nos ataques contra a Israel, mas o mundo finge não saber, ou em minha opinião, esconde este fato. Israel tem gasto milhões de dólares em esforços para combater as baixas de civis neste confronto, enviando suprimentos diários e avisando previamente a população civil sobre os ataques. Médicos Israelenses têm sido enviados para tratarem dos feridos, e os hospitais em Israel abriram suas portas. Mas nada disso parece ter importância para o ódio e a intolerância (diga-se também: ignorância) que o mundo tem demonstrado contra Israel. Ninguém quer saber o que realmente acontece por aqui, e qualquer tolo inculto e sem informação já diz ter opinião formada sobre o conflito: “sou contra Israel assassinar criançinhas em Gaza!”. Lamentável...

Não adianta dizer que Israel não tem interesse em Gaza, mas sim em interromper de uma vez por todas os ataques contra civis israelenses. Não adianta dizer e provar que o Hamás jamais cessou seu lançamento de foguetes contra cidades ao sul de Israel, nunca respeitando o tal “cessar-fogo” do ano passado. Não adianta provar que O Hamás tem oprimido, assassinado e destruído Gaza e suas cidades em um fundamentalismo islâmico baseado no terror e em seu objetivo maior: riscar Israel do mapa. Não adianta mostrar ao mundo a verdade. O mundo parece ter cegamente escolhido em quem acreditar. Muitos se levantam para condenarem a Israel, mas poucos se interessam pela verdade, pelos fatos que não são mostrados sobre o conflito.

Mas, para os que se interessam em saber o que verdadeiramente acontece por aqui, posto os seguintes vídeos abaixo. O primeiro trata da prova do que escrevi no post anterior, onde afirmei que militantes do Hamás raptam crianças para serem levadas aos conflitos, ou simplesmente para serem jogadas na linha de frente do combate. Covardia sem limites, desrespeito à vida e barbárie sem igual. Veja abaixo o que o mundo não quer ver:

O próximo vídeo mostra como o Hamás se comporta depois que o exército de Israel avisa sobre um possível ataque. No vídeo abaixo, vocês verão o depoimento de Abu al-Ja’abeer. Ele afirma ter sido avisado no celular por soldados israelenses que sua residência seria atacada pois estava sendo utilizada por militantes do Hamás. Abu diz que após receber a ligação ele então liga para militantes do Hamás e os mesmos convocam (ou ameaçam) a população da vizinhança a dirigirem-se todos para a casa de Abu, visando com isso criar um escudo humano. Vejam o vídeo abaixo e respondam às seguintes perguntas: Que tipo de organização visa colocar seu próprio povo na linha de fogo, e ao mesmo tempo se esconde em cavernas e esconderijos longe do perigo? Que tipo de exército na história da humanidade, avisa com antecedência sobre seus ataques, visando proteger a população civil? Se Israel é realmente o que a mídia diz que é, ou seja, um grande assassino de crianças e civis palestinos, por que ele continua gastando milhares de dólares avisando a população civil antes dos ataques? Quem está dizendo a verdade: a mídia internacional ou o palestino Abu Ja’abeer?

Todos aqui aguardamos pelo fim deste confronto. Vocês jamais verão judeus regozijando-se nas ruas de Israel pelas mortes de Palestinos. Os muçulmanos fazem isto, não judeus! Lamentamos o atual confronto e ainda mais o uso indiscriminado de civis por parte do Hamás para serem sacrificados pela causa “anti-Israel”. Mas não vamos permitir que algumas centenas de terroristas tragam terror não apenas para o seu próprio povo, mas também para a população de Israel através de foguetes lançados diariamente e há ANOS contra cidades do sul e do norte. Israel declara que só cessará os ataques ao Hamás se o mesmo concordar em PARAR o lançamento de foguetes contra Israel. Obtivemos informações que o Hamás de Gaza estaria disposto a cessar o lançamento de foguetes, tendo assim o cessar-fogo imediato por parte de Israel. Mas a base do Hamás que se encontra na Síria rejeita qualquer negociação e ordena para que os militantes do Hamás de Gaza só cessem seus foguetes quando a vitória for alcançada. Ou seja, mais uma vez eles entregam seus próprios irmãos à morte. Como disse anteriormente, não há valor à vida neste meio.

MZandonna


P.S - para os que entendem inglês, vale a pena ver também o vídeo abaixo. Ele mostra um homem que filmou uma passeata pró-Hamás na cidade de Fort Lauderdale, nos EUA. Do outro lado da rua alguns judeus e cristãos corajosos desejaram também exercer sua liberdade de expressão e apoiar publicamente a Israel. Vejam o que acontece...

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

ESCLARECIMENTOS

Ontem, terça-feira dia 06, os protestos contra a operação Israelense em Gaza se intensificaram. Em Paris, um carro foi jogado contra uma sinagoga em um frustrado atentado anti-semita. Nos EUA, França e Inglaterra passeatas e tentativas de ataques às embaixadas Israelenses não são noticiadas pela mídia internacional. Mas o ataque às escolas da ONU pelos tanques israelenses nesta terça-feira foi extensivamente noticiado.
Este ataque representa uma grande tragédia neste confronto. Mas a forma como o mesmo foi mostrado caracteriza grande manipulação em uma tentativa feroz de mostrar Israel como o grande assassino, que bombardeia e mata civis sem qualquer discriminação ou critério. Como era de se esperar, o ataque à escola foi um “prato cheio” para a mídia. Deixo vocês com informações que com certeza não serão mostradas pelos jornais que vocês acompanham:

O Ataque à Escola da ONU
No momento do ataque à escola, o exército israelense tinha provas que o local era utilizado como base de lançamento de foguetes contra cidades Israelenses ao sul, como Ashdod e Sderot. Um extenso material foi coletado provando a presença de vários militantes do Hamás utilizando as escolas como ponto de lançamento e armazenamento de arsenal bélico. Um dos vídeos pode ser visto logo abaixo:


Não sabíamos que havia pessoas refugiadas na escola no momento do ataque, pois se assim fosse o ataque não teria acontecido. O ataque só foi realizado pois militantes do Hamás abriram fogo contra tropas israelenses que andavam próximo ao local. Quando o ataque foi revidado, houve grande explosão, o que comprovou a presença de grande quantidade de material bélico no interior da escola. Israel lamentou grandemente os mais de 30 civis mortos neste trágico ataque, mas chamou a atenção das pessoas em relação à atitude do Hamás de utilizar uma escola em plena atividade como ponto de lançamento de foguetes e armazenamento de mísseis. Será que as pessoas não percebem a falta de valor à vida destes terroristas? Que tipo de exército utiliza escolas como base de lançamento de foguetes? Que tipo de militantes abrem fogo voluntariamente contra soldados israelenses de dentro de uma escola que estava repleta de refugiados civis?

Ajuda Humanitária

Israel tem permitido a entrada de ajuda humanitária desde ANTES do início do conflito, e tem feito o mesmo durante o conflito. Dois dias depois de iniciado o confronto, o porta-voz do Hamás REJEITOU ajuda humanitária do Egito visando enfatizar ao mundo o sofrimento do povo palestino. A ONU reclama que a ajuda não tem sido suficiente devido à precária situação de Gaza ANTERIOR ao conflito, situação essa de inteira responsabilidade do Hamás e seu governo.

Operações do Exército Israelense

Além de realizar diariamente centenas de LIGAÇÕES telefônicas avisando civis sobre os ataques, o exército israelense também distribui panfletos alertando a população a ficar longe de determinadas áreas que são utilizadas pelo Hamás. Hoje, na cidade de Rafah, milhares de panfletos foram despejados de aviões Israelenses com os dizeres: “Pelo fato do Hamás utilizar a vossa casa para esconder e contrabandear armamento militar, o exército Israelense atacará a área entre a fronteira com o Egito até a estrada costeira.” Como resultado, mais de 800 pessoas foram para abrigos da ONU, mas muitas foram ameaçadas de morte por militantes do Hamás caso deixassem suas casas. O Hamás precisa de civis como escudos humanos. Vários palestinos foram mortos por desobedecerem às ordens dos terroristas.

Escudo HUMANO

Soldados Israelenses no front e oficiais da ONU têm relatado que militantes do Hamás se apropriam de ambulâncias para conduzirem ataques contra as tropas Israelenses. Em várias destas ambulâncias foram achadas crianças em estado de choque. Elas afirmaram que soldados do Hamás as obrigaram a entrar nos veículos antes dos ataques. Mas é claro que a CNN não publicará as declarações dos soldados e dos oficiais da ONU sobre este fato.

Hamás VETA Cessar-fogo

Apesar da constante pressão internacional para um cessar-fogo definitivo na região, o representante do partido político do Hamás, Moussa Abu Marzouk, declarou nesta quarta-feira que “o Hamás sequer falará sobre um cessar-fogo permanente enquanto Israel continuar sua ‘ocupação’, e continuará sua resistência contra os sionistas.” Marzouk refere-se não à ocupação de Gaza (pois desde 2005 Israel deixou completamente o local com independência política e territorial dada à Autoridade Palestina), mas sim a presença de Judeus em ISRAEL como um todo. Mais uma vez lembro a todos que o objetivo do Hamás não é nem nunca foi a criação de um estado Palestino independente, mas sim, a total aniquilação de Israel. Infelizmente, as “crianças” de Gaza embaçam a visão do mundo sobre as verdadeiras intenções do Hamás.

Fronteiras

O Hamás exige a abertura das fronteiras com o Egito e com Israel, e mostra ao mundo como a fechamento de tais regiões tem prejudicado o povo palestino em geral. Mas as pessoas se esquecem que as fronteiras foram fechadas apenas em 2007, quando o Hamás entrou em confronto com a Autoridade Palestina e tomou à força o controle das áreas de fronteiras, utilizando-as para desviar ajuda humanitária e contrabandear armamento. Em julho de 2008 um cessa-fogo entre o Hamás e Israel foi assinado, permitindo às fronteiras permanecerem abertas permanentemente, contando que o Hamás interrompesse os ataques com foguetes à Israel. Como estes ataques nunca foram interrompidos (só no cessar fogo o Hamás lançou mais de 350 foguetes), Israel periodicamente fechava as fronteiras. Em dezembro de 2008, o Hamás declarou que não renovaria o cessar-fogo devido às “violações” de Israel.

Bem, como vocês podem ver, não há um grande interesse da mídia internacional em mostrar os fatos como eles realmente são, pois afetaria a imagem que tenta-se construir em relação aos Palestinos. Imagem esta que já está amplamente difundida e acaba por cegar as pessoas a fatos e informações que poderiam mostrar o “outro lado da moeda”. Nosso desejo é encerrar este conflito o mais rápido possível, mas não o faremos enquanto houver risco e terror a nossos cidadãos. Só hoje, quarta-feira, mais de 30 foguetes foram lançados contra cidades Israelenses, e isto já tem sido feito há anos antes do atual conflito. Esta situação não pode continuar.

MZandonna

P.S abaixo alguns links com artigos importantíssimos sobre o atual conflito, mostrando análises verdadeiras e realistas sobre o conflito em Gaza. Vale a pena conferir.

Ronaldo Azevedo (colunista da Revista VEJA):

domingo, 4 de janeiro de 2009

Shalom a todos,
Hoje entramos no oitavo dia da Guerra contra os terroristas do Hamás. Muitos se esquecem que as raízes deste anti-semitismo que há milênios afronta Israel e o povo judeu, são raízes espirituais. Não há explicação lógica para tanto ódio, tanta aversão a Israel e seu povo. Muitos dizem que a criação do Estado de Israel em 1948 representa a raiz deste conflito, mas tais pessoas se esquecem que séculos antes da criação do Estado Moderno de Israel, muçulmanos já perseguiam e odiavam judeus em seus territórios.

Contamos com as orações e a intercessão de todos. Com as tropas israelenses entrando em Gaza, entramos em alerta máximo aqui em Israel. Ataques suicidas são esperados a qualquer momento em cidades Israelenses como Jerusalém e Tel-Aviv. Também há ameaças do Hizbolah e do próprio presidente do Iran de ataques a Israel. Precisamos, como sempre em nossa história, da intervenção divina em momentos de aflição como este. A guerra em Gaza não visa expansão territorial, dominação política, nem o controle da região. Lutamos nesta guerra (assim como em todas as outras guerras iniciadas contra nós) pelo simples direito de vivermos e existirmos em nosso país em PAZ e segurança. Não queremos GAZA, queremos apenas PAZ para nossos cidadãos.
Ônibus atingido hoje pela manhã na cidade de Ashkelon - Enquanto o Hamás continuar lançando foguetes contra civis Israelenses, Israel não cessará sua incursão a Gaza.

Deixo vocês com a mensagem abaixo, escrita por Elhanan Ben Avraham, um dos preletores do Congresso que acontecerá em Belo Horizonte em fevereiro. Elhanan também reside em Israel e escreve sobre um importante aspecto espiritual deste conflito. Vale a pena conferir.

Não descansa nem dorme, o Guarda de Israel!

MZandonna



“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. (...) tempo de guerra e tempo de paz.” (Ec 3:1,8)

Ainda ouvimos os sons das explosões quando as forças terrestres de Israel adentraram Gaza. Muitos de nossos bravos jovens estão diretamente envolvidos, e alguns estão em unidades de combate na linha de frente. Que eles sejam como Davi e como o anjo de IHVH que vai à frente e garante a vitória contra o Hamás e o seu terrorismo. Para nós esta é uma guerra em defesa de nossa população civil, e muito foi feito durante anos para se evitar este confronto.
Tanque Israelense atravesssa a fronteira com Gaza - Israel inicia sua ofensiva terrestre.

Para os que não estão familiarizados com a língua hebraica, a palavra “Hamás” aparece na Bíblia em muitas passagens e é traduzida como “violência, engano, mentira e corrupção”. “Hamás” é a palavra usada na Bíblia no original para definir a razão pela qual Deus decidiu derramar o dilúvio nos dias de Noé: “pois a Terra está cheia de violência/corrupção (Hamás)” (Gn 6:11,13). Talvez seja de importância o Messias ter predito que os últimos dias seriam como “nos dias de Noé”, ou seja, cheios de “Hamás”.

O Hamás e outras organizações terroristas muçulmanas ao redor do mundo tentam impor seu domínio pela vingança e pela intimidação. Isto é exatamente o oposto da mensagem e do mandamento central da Bíblia: “AMARÁS!”. “Amarás a IHVH, o teu Deus, de todo o teu coração”. “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”. (Dt 6:4; Lv 19:19)

Hoje foi anunciando que militantes do Hamás executaram mais de 40 palestinos em Gaza acusados de colaborarem com Israel. Eles também atiraram nas mãos e quebraram as pernas de dezenas de palestinos membros de outro partido político, o Fatah (de Mahmud Abas), para evitar que estes auxiliem a Israel. A minoria de cristãos de Gaza, muitos dos quais já foram assassinados por muçulmanos do Hamás, também carece de muita oração e ajuda. O Hamás também anunciou hoje que EXECUTARÁ todos seus prisioneiros (todos palestinos e também muçulmanos) para evitar que o exército de Israel os resgate. Mas como sempre, o mundo não está interessado em divulgar este tipo de notícia.

Estamos temendo que o Hezbolá use esta oportunidade para iniciar um novo conflito no norte de Israel, como em 2006. Esperamos que isso não aconteça, mas estamos preparados para tal cenário.

Vários protestos anti-Israel têm acontecido ao redor do mundo, incluindo os EUA e até mesmo o Brasil. Os muçulmanos cresceram muito em número no ocidente e sua tática de intimidação ainda não foi totalmente manifesta nestes países. Multidões de muçulmanos protestam e ameaçam a vida até de desenhistas que “desonraram” a Maomé, mas não fazem passeatas contra os atos terroristas que outros muçulmanos cometem ao redor do mundo.
Jovens muçulmanos protestam contra Israel em Paris - através da intimidação, do medo e do terror, os muçulmanos conquistam seu espaço no mundo ocidental.

Hoje oramos em especial para o verdadeiro comandante do exército de Israel, e agradecemos a Ele pelo fato milagroso que pouquíssimos israelenses morreram até hoje apesar das centenas e centenas de foguetes lançados contra casas, escolas e prédios públicos de cidades israelenses como Ashdod, Ashkelon, Sderot e Beer-Sheva. Também oramos pelos homens e mulheres de bem entre a população árabe, e pedimos para que estes se unam da guerra contra a intolerância, o terror e o medo.


Elhanan Ben Avraham
Jerusalém