sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

FANTASIA CÓSMICA!?

É verdade... o título parece ser um pouco estanho. Mas garanto que essa mensagem mudará para sempre a forma como você interpreta a realidade ao seu redor. Saiba o que realmente significa "Reino de Deus" e como o inimigo trabalha para distanciar a Igreja de seu verdadeiro papel. Assista e divulgue!!

Clique aqui para assistir a mensagem: FANTASIA CÓSMICA, por Matheus Zandona

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

POR QUE YESHUA?
Por Matheus Zandona
Várias são as profecias sobre os nomes do Ungido de D-us, que viria para redimir a humanidade e aproximá-la do Criador. Uma das mais conhecidas se encontra no livro de Isaías, capítulo 9 verso 6: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz (...).”. Na verdade, estes seriam títulos e qualidades pelas quais o Filho de D-us seria reconhecido. Isto também ocorre com o Criador, que apesar de possuir e revelar seu nome para os seus escolhidos (YHVH), possuía vários outros nomes oriundos de suas infinitas qualidades. Ex. Homem de Guerra, Senhor dos Exércitos, Senhor que Cura, Poderoso de Israel, Misericordioso, etc.

O relato do nascimento do redentor contém a chave para entendermos a natureza de seu nome e de seu ministério. Vejamos: “(...) e apareceu um anjo do Senhor a José em sonho e lhe disse: (...) tua mulher dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles.” (Mt 1:20,21). O anjo diz que o nome do menino deveria ser Jesus devido ao fato que ele salvaria o seu povo dos seus pecados. Mas que conexão há entre o nome “Jesus” e a tarefa de “salvar” o seu povo do pecado? Porque ele não poderia ter se chamado José, Jacó ou Isaque? Porque o nome Jesus? Será que o nome Jesus foi “inventado” pelo anjo, sendo o “menino Jesus” o primeiro “Jesus” que existiu?

Não exatamente. O nome Jesus em hebraico é YESHÚA, e quer dizer “D-us Salva” ou “Salvador”. Este nome era muito comum entre os judeus no período anterior ao exílio babilônico (I Cr 24:11, I Cr 31:15) e mais ainda após o exílio babilônico (séc V a.C), como podemos ver em algumas passagens dos livros de Esdras e Neemias. Ex. Esdras 2:2; 2:36; 3:2; 4:3; 5:2; 8:33; 10:18; etc; e Neemias 3:19; 7:7; 8:17; 9:4; 11:26; 12:1; 12:24; etc. Em todas essas passagens, o nome utilizado no original é YESHUA, apesar de ter sido transliterado erroneamente como “Jesua”.

Assim, apenas na língua Hebraica (que foi a língua falada pelo anjo a José), podemos entender a riqueza e a conexão existente entre o NOME do redentor e sua MISSÃO. Em hebraico, o anjo disse a José (Mt 1:21): “Vê Karáta et shemô YESHUA ki hu YOSHIA et amô me aonoteihêm”. Notem o “jogo com as palavras” do anjo. Ele diz: “(...) e lhe chamarás YESHUA pois ele YOSHIA o seu povo dos pecados deles”. Traduzindo literalmente, seria como se o anjo dissesse a José: “E lhe chamarás “SALVADOR” pois ele “SALVARÁ” o seu povo dos pecados deles. Quão profundas foram as palavras do anjo!

Por isso o Messias tinha que ser conhecido como Yeshua (Salvador ou D-us é Salvação), pois sua missão seria SALVAR o seu povo (ISRAEL) dos próprios pecados.

Atualmente, algumas pessoas sem um conhecimento mínimo de história, hebraico e arqueologia, têm fundado seitas baseadas no nome de Yeshua, afirmando ser o seu nome na verdade “Yehoshua” e até mesmo “Yaoshua”. Como já foi dito antes, o nome Yeshua era muito comum entre os filhos de Israel, e documentos históricos da época de Yeshua (como os escritos de Flavius Josephos, os escritos do Mar Morto e documentos dos governos romanos sobre as cidades da Judéia) provam que a grafia do nome daquele que ajuntava multidões era “Yeshua”, e não YAOSHUA ou YEHOSHUA como tentam erroneamente provar algumas pessoas. Recentemente, a descoberta de um ossuário datado do século I d.C com os dizeres : “Aqui estão os restos mortais de Tiago, filho de José, irmão de YESHUA”, ajudou a colocar um fim à questão. Apesar de arqueólogos contratados pelo Vaticano terem declarado que o ossuário era uma fraude (pois se fosse declarado verdadeiro destruiria a crença católica de que Maria permaneceu virgem após o nascimento de Yeshua), arqueólogos e historiadores de Israel e de vários países comprovaram a autenticidade da descoberta. O ossuário foi “misteriosamente” destruído em fevereiro de 2003, durante seu transporte para o Canadá. Como disse um famoso rabino: “... os que tem poder manipulam os fatos e alteram a história”.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

O BRASIL LAVA AS MÃOS

Por Osias Wurman
(publicado no Jornal O GLOBO)

A meteórica passagem pelo Brasil do tirano iraniano, inimigo das liberdades democráticas que permeiam a sociedade brasileira, foi retratada de forma distorcida. Muita luz nos abraços oficiais, e uma sombra sobre fatos, da maior relevância, que aconteceram alguns dias antes da visita de Ahmadinejad. Refiro-me à desesperada mensagem deixada pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, no encontro com o presidente Lula.

Abbas condenou veementemente Ahmadinejad, Hammas e todo tipo de terrorismo, numa reunião com a comunidade judaica da Bahia, cujo anfitrião foi o governador judeu-brasileiro Jaques Wagner. Pediu a interferência do presidente Lula, junto a Ahmadinejad, para criticar o financiamento iraniano ao Hammas, grupo fundamentalista que fomenta o terrorismo.

Acrescentou que realiza tratativas com o presidente de Israel, Shimon Peres, e que acredita na negociação como instrumento para a paz. Relatou que faz reuniões com comunidades judaicas em todo mundo, pois acredita que mais de 70% do povo israelense e do povo palestino querem a paz. Estes fatos e afirmações relevantes de Abbas não mereceram destaque no noticiário oficial. Parece também que, em Brasília, não tiveram efeito prático.

A recente votação promovida pela Agência Internacional de Energia Atômica mostra a posição de nosso governo. O Irã foi condenado por 25 das nações, incluindo seus parceiros comerciais chineses e russos. Obteve três votos a favor, de Cuba, Malásia e Venezuela. E seis nações se abstiveram, incluindo o Brasil. Abster-se de condenar é, na prática, lavar as mãos. Quem não decide cala; e quem cala consente. Horas depois da votação na AIEA, o governo iraniano já desdenhava ameaçadoramente, anunciando o início de construção de mais 10 instalações com centrífugas para enriquecer urânio.

Assim é o governo do Irã, que espelha o espírito belicista e vingativo de seu líder Ahmadinejad. Inocentes os que ainda nutrem qualquer tipo de simpatia ou esperança pacifista no regime que oprime, discrimina e elimina a mídia não oficial, mulheres rebeldes, homossexuais e minorias religiosas.

Os apelos de Mahmoud Abbas, o único parceiro palestino com credibilidade e boa vontade para negociar a paz, parece que não tiveram efeito prático, ou imediato, nos corredores de Brasília. Esperamos que suas palavras e apelos, junto ao presidente Lula, não tenham caído como letras mortas ou palavras ao vento. Quem está pela paz deve isolar Ahmadinejad e ficar com Abbas.


(*) Osias Wurman é jornalista o consul honorário de Israel no Rio de Janeiro