terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Presente de despedida de Obama – 221 milhões de dólares para os palestinos


              Ele não conseguiu afinal ajudá-los a declarar seu próprio Estado, mas o ex-presidente Barack Obama deu um presente de despedida significativo  aos árabes palestinos.
              Apenas horas antes de entregar a Casa Branca ao presidente Donald Trump, Obama emitiu uma ordem executiva liberando 221 milhões de dólares dos fundos dos contribuintes americanos para a Autoridade Palestina.
              O dinheiro tinha sido separado como parte de um projeto de orçamento que incluía o financiamento para a Autoridade Palestina via USAID.
              Mas os Republicanos do Congresso bloquearam a transferência após a liderança palestina buscar o reconhecimento de seu Estado por várias entidades internacionais, violando os acordos assinados com Israel.
              Os legisladores do Partido Republicano argumentaram que a Autoridade Palestina criou obstáculos à paz e que o governo dos Estados Unidos, que havia negociado os acordos acima mencionados, deve responsabilizar os palestinos por isso.
              Mas as violações de paz da Autoridade Palestina nunca foram uma grande preocupação para Obama.
              Seu presente de despedida aos palestinos foi visto como um ato final de apoio oficial à campanha contra Israel, bem como um repúdio às políticas de paz no Oriente Médio do presidente Donald Trump.

              Fonte: Israel Today

domingo, 22 de janeiro de 2017

Lista de oração de Jerusalém – 19 de janeiro de 2017


              A leitura deste Shabat é do livro de Êxodo. No último Shabat terminamos a leitura do livro de Gênesis e estamos começando do capítulo 1 de Êxodo. Várias coisas no primeiro capítulo de Êxodo me deixam muito empolgado. Uma delas é o papel de duas mulheres egípcias que estavam trabalhando como parteiras entre as israelitas. Essas duas mulheres são pouco conhecidas entre os cristãos. Eu nunca ouvi ninguém em uma igreja dizer muito sobre elas. Antes de eu falar sobre essas duas parteiras, eu quero compartilhar com vocês um versículo chave para entender a mentalidade israelita: “Mas quanto mais os afligiam, tanto mais se multiplicavam, e tanto mais cresciam; de maneira que se enfadavam por causa dos filhos de Israel.” (Êxodo 1:12). Os egípcios tinham a impressão de que se eles tornassem a vida dos israelitas mais difícil, “e os egípcios faziam servir os filhos de Israel com dureza” (Êxodo 1:13). Lembre-se que no verso 12 acima – quanto mais os afligiam, mais eles multiplicavam e cresciam. Somos um povo cabeça dura e não cedemos para quem quer nos fazer mal e aterrorizar nossas famílias. A coisa mais perigosa que pode acontecer com a nação judaica é dar a ela uma vida fácil, com abundância e relaxamento. E isso pode ser verdade não só para os judeus, mas para todas as pessoas em geral. Se não temos desafios e alguns problemas na vida, nos tornamos gordos, preguiçosos e egoístas e o pior, nos tornamos complacentes e assimilados. O Faraó deu uma vida muito fácil aos israelitas. Deu a eles a terra de Gósen, que é a parte mais fértil do Egito. Eles estavam sob a proteção de José. A vida era fácil e eles se multiplicaram e cresceram, ao ponto dos egípcios sentirem inveja deles e se sentirem ameaçados por sua quantidade, riqueza e poder. Este período de prosperidade durou por algumas centenas de anos. No entanto, os israelitas não perderam seu traço mais característico. A mesma atitude e tenacidade teimosa podem ser vistas no Novo Testamento, no livro de Atos, após cada perseguição e dificuldade que os discípulos enfrentavam. Nos primeiros capítulos de Atos, lemos algo assim: “E crescia a palavra de Deus, e em Jerusalém se multiplicava muito o número dos discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia à fé.” (Atos 6:7). Os israelitas não seriam salvos baseados em sua atitude. Eles precisavam da ajuda de Deus e de um “salvador” para tirá-los do Egito, e quando eles clamaram a Deus, Ele viu sua angústia e enviou o Salvador.
              A segunda coisa que quero destacar da leitura deste Shabat são as duas parteiras das hebréias, Sifrá e Puá. Foi ordenado a elas que matassem todo bebê menino que nascesse e deixassem viver apenas as bebês meninas. “As parteiras, porém, temeram a Deus e não fizeram como o rei do Egito lhes dissera, antes conservavam os meninos com vida.” (Êxodo 1:17). Neste verso há um princípio que muitas vezes é esquecido. Temer a Deus algumas vezes, eu diria na maioria das vezes, quer dizer não temer a homem e sua autoridade, isso inclui governantes injustos e maus. Quando Sifrá e Puá foram descobertas, quando souberam que elas não estavam cumprindo a ordem e não estavam matando os bebês meninos, diz: “Então o rei do Egito chamou as parteiras e disse-lhes: Por que fizestes isto, deixando os meninos com vida? E as parteiras disseram a Faraó: É que as mulheres hebréias não são como as egípcias; porque são vivas, e já têm dado à luz antes que a parteira venha a elas.” (Êxodo 1:18,19). Na história de Êxodo, vemos que por causa da filha de Faraó, uma mulher não judia, que fez a mesma coisa, desobedeceu a lei da terra, enganou a seu pai, o Faraó, e salvou um bebê hebreu que estava boiando em uma cesta no rio Nilo – Moisés sobreviveu e foi criado como um príncipe do Egito e foi usado por Deus para salvar o povo de Israel e tirá-los do Egito. Que nós, como discípulos de Yeshua, possamos ter o mesmo tipo de fé, cheia de temor de Deus, muito mais do que temor de homens, sentados em nossa zona de conforto do politicamente correto, não fazendo nada em favor da verdade e da justiça. Orem para que vocês e seus líderes, presbíteros e mestres em suas igrejas e sinagogas tenham o temor do Senhor e defendam o que é certo e justo em suas comunidades e países.
              Os Estados Unidos têm um novo presidente! Este novo presidente Donald Trump fez várias promessas incluindo promessas que envolvem diretamente Israel e Jerusalém. Todos nós precisamos orar para que Deus conceda ao Presidente Trump sabedoria, entendimento e fibra moral para manter todas as suas promessas e defender os princípios que ele proclamou durante a campanha eleitoral. Orem para que o Presidente Trump faça a América grande mais uma vez, o tipo de país que defende os valores bíblicos e princípios morais de Deus, como a verdade, a caridade, igualdade e cuidado com o pobre e sofredor. Eu estou orando pelos Estados Unidos e por sabedoria divina para fazer o que é certo e justo, não só de acordo com os Estados Unidos.
              Orem pelas transmissões da rádio Kol HaYeshua. Temos novos desafios que, com a ajuda de Deus, nos ajudará a espalhar as Boas Novas em hebraico de uma forma melhor e mais eficaz. Orem para que o Senhor abra as portas e traga as pessoas certas para fazer tudo o que é necessário.
              Por favor, continuem orando por Israel como nação! Estamos enfrentando as mesmas dificuldades que o resto do mundo e nossos governantes precisam tanto de oração por sabedoria e direção quanto os dos Estados Unidos e de outros países.
              Eu acabei de falar com Barry, meu filho. Ele está se sentindo melhor, mas ainda vai demorar para a ferida em seu abdômen sarar e fechar por completo.  Ele ainda não está apto para voltar a trabalhar. Oramos por cura da ferida, sem infecções ou outros problemas. Nossa oração é para que o Senhor apresse a cura e o fechamento dessa ferida aberta e para que o Barry possa voltar ao trabalho o mais rápido possível.
              Como vocês sabem, orar por pessoas que não conhecemos é considerado uma grande Mitzvá (privilégio). Este princípio é muito judaico e muito presente no Novo Testamento. Fazer o bem a quem não pode retribuir o favor é um privilégio que agrada a Deus mais do que fazer o bem a pessoas que você conhece e que são próximas e que mais cedo ou mais tarde irão retribuir aquele favor de alguma forma.
              Então, pro favor orem pelos funcionários do Netivyah. Todos têm trabalhado muito e estão procurando por mais um jovem, talentoso, cheio de energia, que saiba trabalhar com mídia e relações públicas, que seja fluente em hebraico e em inglês e que esteja disposto a trabalhar tanto quanto os outros estão trabalhando agora. Agradecemos suas orações para que encontremos uma pessoa assim ou para que o Senhor envie alguém que seja apto para o trabalho.
              A polícia de Israel está em mau estado – parece que todos estão procurando por lama para jogar uns nos outros. Nosso Primeiro Ministro e sua família estão sendo perseguidos por meses. Estou orando para que nosso sistema judiciário aja de forma sensata e honesta. Em minha opinião, o maior bem que Israel tem é o seu sistema judiciário eficiente e honesto. Estou orando para que Israel seja um país que faz o bem, que seja honesto e não corrupto. Isto tem a ver com a forma como Deus quer que esse país seja conduzido. O verdadeiro poder desta nação e de outras nações também está em agradar a Deus e receber sua bênção nas ações e eventos da nação. Especialmente para Israel, esses princípios são essenciais. Se Deus não está conosco nos abençoando como nação, então não temos chance contra o ódio de nossos inimigos. Apenas com a ajuda do Senhor temos esperança e Deus só vai nos ajudar, nos abençoar e nos dar a vitória se formos luz para as outras nações. Por favor, orem para que Israel seja luz para as nações novamente, um símbolo de justiça e verdade, que anda corretamente perante Deus e os homens.
              Orem pela Danah e Noam, nossa filha e neta. Eu sei que é difícil para elas essa vida de mãe solteira e viver entre a casa da mãe e do pai. Orem por sabedoria e saúde emocional para ambas. Acima de tudo, orem para que minha neta valorize tudo o que sua mãe faz por ela e que ela entenda as dificuldades da vida que ambas têm que superar.
              Por favor, continuem orando pelo Sr. Chung e a irmã Lee. Orem especialmente pelo nosso querido irmão Goh, sua família e seu trabalho. Orem pela irmã Christy, na Coreia, pela irmã Laurel, em Israel e pelo irmão Daniel L. e sua empresa e pelo irmão Michael Kenzevic e sua empresa. O Senhor de todas as coisas também é gracioso e amoroso, cheio de graça e de verdade. Eu não O entendo, mas eu sei que Ele é fiel e justo e bondoso em todos os seus caminhos. Precisamos no contentar com todos os julgamentos e bênçãos de Deus e sempre agradecê-Lo pelo amargo e pelo doce, pelas Suas bênçãos e também pelos Seus castigos.
              Nossos queridos irmãos em Murfreesboro, Tenesse, carecem das suas orações: Gloria D., Emmet M., Bobby M., Joe M., e especialmente pelo fortalecimento de Francis B., Anne B. e Ernest B. – demonstramos fidelidade quando oramos por nossos irmãos e irmãs.
              Continuem orando pela nossa querida irmã Ruby, pelo dr. John McRay, dr. George Howard, dr. Tim Tucker, Anna H., Anne-Mirjam, Anna Majia e Satu-Maria e por força para Keijo, Salme, Erkki e Sirpa.
              Aaron Hook e Yuri Marianenko, Sarit, Marcia Shulam, David Stern, Ilana, Leah, Ahuva Bem-Meir, Naomi, Sinai Tuuli, Liz J., Paulo, Clara, Takeo Sensei, Tomoko San, Daisuke Muraoka. Alguns irmãos no Japão estão sofrendo com câncer: Toru San e Curtis Sensei. Continuem orando por esses irmãos e irmãs. No Brasil, oramos pelos pais do Marcelo e por todos os nossos queridos irmãos e irmãs nas congregações, especialmente pelo Paulo.
              Orem pela Marcia. Ela tem que lidar com a diabetes e a artrite reumatóide e tem tido alguns desafios com sua memória. Orem por Horace e June Saunders, pais da Marcia. Eles precisam de oração por saúde e histamina.
              Orem por mim também. Acabei de chegar da Holanda. Foi um prazer ter comunhão e ensinar na Beit Yeshua por três dias. O assunto foi um estudo comparativo das diferenças e similaridades dos ensinos de Yeshua e do apóstolo Paulo. É um tópico complicado, mas eu espero ter feito um bom trabalho apresentando e argumentando sobre o assunto. Parece que as pessoas gostaram e muitos disseram ter aprendido coisas novas. No entanto, eu fui para a Holanda com uma sinusite e voltei para Israel com uma sinusite.
              Deus abençoe a todos vocês e tudo o que vocês fazem, especialmente o que vocês fazem para o Reino de Deus.

              Joseph Shulam

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Israel realiza o sonho de uma menina de Gaza que sofre com câncer


              Esta história aconteceu há alguns meses, mas estamos bastante seguros de que em meio a toda difamação contra Israel, a mídia principal ocidental a ignorou completamente.
              A pequena Aya está sofrendo de leucemia em estágio avançado. Em agosto do ano passado, ela recebeu permissão, junto com sua mãe, para viajar de Gaza para Jerusalém, a fim de receber o tratamento necessário no Hospital Hadassa.
              Após três meses de exames e tratamento, incluindo quimioterapia intensiva, a pequena Aya tinha um desejo – ir à praia mais uma vez.
              A “Ambulância do Make a Wish” (faça um pedido) do serviço de resgate Magen David Adom, de Israel, com alegria tornou aquele desejo em realidade.
              Eles levaram a pequena Aya e sua mãe para um dia de sol, ondas e pizza nas praias de Tel Aviv. Depois, voltaram a Jerusalém para continuarem o tratamento.
              Tudo o que a mãe de Aya queria era que sua filha melhorasse. E Israel está fazendo tudo o possível para tornar esse desejo em realidade.
              Este é o verdadeiro Israel! O Israel que não tem medo de lutar, mas que também ama e se importa com seus inimigos. O Israel que, quando tem a oportunidade, não quer nada mais do que viver em paz e harmonia com seus vizinhos árabes.

              Fonte: Israel Today

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Conferência de Paz em Paris: mensagem errada, hora errada, local errado


              Semana passada, várias capitais europeias foram gentis o suficiente ao hastear a bandeira de Israel como forma de mostrar solidariedade após o ataque com o caminhão em Jerusalém. Enquanto ficamos felizes em ver nossa bandeira sendo levantada, os europeus infelizmente provaram mais uma vez que não são nem um pouco confiáveis. O gesto de empatia é completamente contraditório à política destrutiva que eles estão liderando contra Israel.
              Apenas algumas semanas atrás, os franceses e os britânicos levantaram suas mãos a favor de uma resolução anti-Israel no Conselho de Segurança da ONU e neste domingo eles convocaram os países do mundo, em Paris, para outra marcha insensata destinada a reforçar o conteúdo da resolução, sob o título enganoso de uma conferência para promover a paz. A conferência de Paris está transmitindo a mensagem errada, no tempo errado e no local errado.


              A mensagem: a conferência não mudará nada de fato. Assim como nada mudou de fato após a resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas, que reconheceu os palestinos como um estado não-membro observador. Tudo o que vai fazer é aumentar as expectativas, que irão apenas aumentar a frustração e a violência. Albert Einstein definiu a “insanidade” como fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes. Quando a comunidade internacional irá finalmente perceber que as conquistas unilaterais dos palestinos, repetidas vezes, é o caminho errado?
              Além da etiqueta, dos fogos de artifícios e dos croissaints crocantes, falta a essa conferência um conteúdo real. Conferências internacionais destinam-se a servir como um envelope no qual cada lado trabalha para chegar a um acordo, enquanto eles seguram as negociações diretas. Foi assim em Madri, Oslo e Camp David. O trabalho da comunidade internacional é prover incentivos a ambos os lados a fim de que eles negociem diretamente e deixar claro para eles que sem negociações, os dois irão perder, mas parece que está fazendo tudo, menos isso.
              É esperado que a conferência reforce a absurda resolução do Conselho de Segurança, o que encoraja o boicote a Israel e determina, entre outras coisas, que o Muro das Lamentações, o bairro de Gilo e outros lugares são ocupações em território palestino. Claro que a conferencia não irá lidar com os reais obstáculos à paz, como a recusa dos palestinos em reconhecer Israel como um Estado judaico, então seu resultado é como uma crônica anunciada. Ao invés de trazer as partes para mais perto, irá afastá-las ainda mais da mesa de negociação, aumentando o impasse em que se encontram e encorajando a violência.
              A hora: a conferência de Paris está acontecendo na hora errada – apenas dias antes de uma nova administração assumir os Estados Unidos e com as eleições francesas se aproximando. Uma sobremesa fria e insípida trazida para Israel, como cortesia da administração de Obama, acompanhada de aperitivos improvisados da cozinha francesa, servida momentos antes do chefe ser substituído. O problema é que o chefe prefere continuar a se intrometer no assunto dos outros, ignorando completamente as outras panelas – como o genocídio na Síria, o terror interno na Europa e os problemas com imigração – que estão fervendo e transbordando, devido ao fogo alto embaixo deles.
              O local: Sim a uma conferência em Cairo, não a uma conferência em Paris. Não há dúvida que o processo de paz entre Israel e os palestinos tem que ser recomeçado, mas não na forma de uma conferência internacional sem sentido, mas através de uma conferência regional num formato “2+6” – na presença do Egito, Jordânia, Arábia Saudita, os estados do Golfo, Israel e os palestinos, mediado pelos Estados Unidos e Rússia, devido à transição de poder nos Estados Unidos e à nova dinâmica entre as potências mundiais. Tal conferência incluiria todas as peças chaves e poderia criar uma força de alavanca que permitiria que os palestinos voltassem à mesa de negociação, a qual eles abandonaram há mais de dois anos.
              Recomeçar o processo de paz requer um entendimento e uma real responsabilidade. É hora de a comunidade internacional perceber que a liderança palestina não precisa de um namorado americano-francês, mas de alguém que saberá movê-la e trazê-la de volta à mesa de negociação.

              Fonte: Ynet News

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Lista de oração de Jerusalém – 13 de janeiro de 2017


              Peço desculpas por não conseguir escrever esta lista de oração a tempo. A semana começou com um terrível ataque terrorista contra um grupo de jovens soldados israelenses de um curso de oficiais que vieram a Jerusalém para estudar e visitar os locais bíblicos. Um caminhão grande e pesado atropelou o grupo de soldados enquanto eles desciam do ônibus. Quatro soldados, três moças e um rapaz, foram mortos pelo caminhão. Dezessete soldados ficaram feridos em diferentes níveis. A coisa mais séria sobre esses ataques terroristas é que eles são imitações. Após o ataque do ISIS com um caminhão em Nice, na França, e há duas semanas, em Berlim, na Alemanha, a mesma tática foi usada. Os terroristas que realizaram o ataque viviam bem perto de onde aconteceu este trágico evento. O local é visitado por quase todo turista que vem a Jerusalém. Fica perto da sede das Nações Unidas no Oriente Médio. É o local de onde se pode ver a cidadela de Davi, a cidade velha de Jerusalém, o monte do Templo, o monte das Oliveiras e o monte Scopus.  Desta vila e da família deste terrorista já vieram mais de uma dúzia de ataques terroristas na cidade de Jerusalém. Israel tem pegado leve com terroristas que são cidadãos israelenses e têm o cartão azul como qualquer outro cidadão israelense – o mesmo tipo de cartão que eu e a Marcia temos e que todo judeu, ou cristão em Israel tem. Este evento pode mudar o jeito que Israel olha para os cidadãos israelenses que cometem atos terroristas. Eu creio que é hora de orarmos a Deus para dar sabedoria às autoridades israelenses para que saibam lidar com os terroristas muçulmanos que saem para fazer uma coisa apenas: matar judeus.
              Por favor, orem por mim. Estou viajando para Amsterdã, na Holanda, para ensinar no seminário bíblico da Beit Yeshua Amsterdã. O tópico do meu ensino é único e poucos ensinaram sobre esse assunto. Acho que é por ser um pouco complicado e alguns o consideram controverso. O tópico é a comparação entre o ensino de Yeshua e o ensino de Paulo. O que Paulo sabia sobre Yeshua e seus ensinamentos. Meu objetivo é por um lado mostrar essa comparação e por outro sincronizar o ensino de Yeshua com o de Paulo e explicar o motivo para as diferenças.
              Para os judeus, é importante entender o “por quê”e o “como” existe uma diferença entre Paulo e Yeshua. Muitos rabinos estão no processo de estudar Yeshua. Entre os judeus existe um conceito errôneo sobre o apóstolo Paulo. Paulo é tido como fundador do Cristianismo e não Yeshua. Especialmente a atitude de cristãos contra a Torá e contra a circuncisão é mal interpretada pelos estudiosos judeus e rabinos, por vários séculos. O apóstolo Pedro diz: “Por isso, amados, aguardando estas coisas, procurai que dele sejais achados imaculados e irrepreensíveis em paz. E tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada; Falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição. Vós, portanto, amados, sabendo isto de antemão, guardai-vos de que, pelo engano dos homens abomináveis, sejais juntamente arrebatados, e descaiais da vossa firmeza; Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém. (1 Pedro 3:14-18).
              Então, com a graça de Deus e com suas orações, eu serei capaz de elucidar a relação entre o ensino de Paulo e o ensino de Yeshua.
              Por favor, continuem orando pelo Netivyah e pela Congregação Roeh Israel, em Jerusalém. Meu coracao se enche de alegria quando vejo os jovens líderes assumindo o controle e liderando. Eu sei que o Netivyah e a congregação terão um grande futuro e contribuirão para a restauração de Israel, da comunidade de discípulos de Yeshua e do mundo. Precisamos de suas orações pela jovem liderança do Netivyah.
              Continuem orando pelo Barry, nosso filho. Sua recuperação tem sido lenta e árdua. Suas orações abençoarão minha família e permitirão que Marcia e eu continuemos avançando com a mensagem da restauração, de Jerusalém aos confins da Terra. Por favor, continuem orando também pela Danah, nossa filha, e pela Noam, nossa neta. Danah tem sido uma heroína, como mãe solteira com dificuldades extremas e ela continua servindo a Deus e à comunidade. Ore para que Deus a fortaleça e dê a ela saúde e dê a Noam uma visão clara do sacrifício que sua mãe tem feito para prover todas as suas necessidades e a maioria das suas vontades.
              Eu abençôo todos vocês que têm orado e apoiado o trabalho do Senhor em Israel. Que todas as bênçãos prometidas àqueles que abençoarem a descendência de Abraão recaiam sobre vocês e que vocês vejam cumpridos os seus sonhos. Não posso descrever com palavras a minha gratidão! Deus abençoe todos vocês, queridos irmãos e irmãs. Por favor, continuem orando pela restauração da Igreja e de Israel.
              Orem pela vitória sobre as forças de terrorismo ao redor do mundo. A fonte de todas essas atividades terroristas ao redor do mundo é conhecida e é uma só. É a mesma fonte que atacou as torres gêmeas em Nova Iorque, em 11 de setembro de 2001 e realizou a carnificina em Nice, na França e o mercado de Natal, em Berlim, na Alemanha e alcançou São Bernardino, na Califórnia e Orlando, na Flórida e até Jerusalém, no fim de semana passado. Se os cristãos não acordarem e confrontarem essa fonte do mal no mundo, ninguém mais irá fazê-lo. O que deve ser feito é não usar as mesmas armas de ferro e aço de destruição e guerra, mas usar as armas que estão listadas tão claramente na carta do apóstolo Paulo aos Efésios.
              Que Deus tenha misericórdia do nosso mundo! Precisamos aprender a usar as armas de guerra espiritual e sinto muito em dizer que não temos treinado nossos irmãos e irmãs a pelo menos conhecer o verdadeiro significado dessas armas e usá-las efetivamente. Não é impossível. É possível e o Espírito Santo está aqui para nos guiar, mas somente se pararmos de fingir que temos o Espírito Santo e começarmos a buscar o verdadeiro poder de Deus, que é mais cortante que uma espada de dois gumes. Se os cristãos ficarem satisfeitos com o falso, o verdadeiro nunca vai aparecer.
              Deus abençoe vocês, queridos irmãos e irmãs. Permaneçam fiéis a Deus e à sua Palavra e Espírito.

              Joseph Shulam

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Versão comentada do livro de Hitler “Mein Kampf” (Minha Luta) um dos mais vendidos na Alemanha


              Uma edição comentada do “Mein Kampf” (Minha Luta), o notório manifesto de Adolph Hitler, tornou-se o livro de não ficção mais vendido na Alemanha.


              A agência de notícias DPA reportou nesta terça-feira que 85.000 cópias do livro haviam sido vendidas desde sua publicação, há um ano.
              O livro de 1.948 páginas é intitulado: “Hitler, Mein Kampf: uma edição crítica”.
              É publicado pelo Instituto de História Contemporânea, baseado em Munique, o qual gastou anos acrescentando comentários ao texto original de Hitler, em um esforço para evidenciar sua propaganda e seus erros.

Nova versão comentada.

              Antes de expirar, no final de 2015, o ministério da fazenda do estado da Bavária usou seus direitos autorais sobre o livro para impedir a publicação de novas edições na Alemanha.
              Apesar de seu conteúdo incendiário e anti-semita, o livro não foi banido na Alemanha e pode ser encontrado online, em livrarias e sebos.

              Fonte: Ynet News

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

4 soldados mortos e 15 feridos em um atentado terrorista em Jerusalém

Yael Yakutiel (20), Erez Orbach (20), Shir Hajaj (22) e Shira Tzur (20).

              Quatro jovens soldados israelenses foram mortos e outros 15 ficaram feridos neste domingo, quando um terrorista avançou com seu caminhão por cima deles, no bairro de Armon Hanatziv, na região sul de Jerusalém.
              Os soldados haviam acabado de descer de um ônibus quando o veículo os atropelou.
              O motorista do ônibus, Moshe Aharon, recontou os momentos angustiantes na Rádio do Exército: “Um grupo de soldados estava em pé, ao lado do ônibus, na calçada, com suas bagagens. Eles haviam acabado de desembarcar. O caminhão veio em direção ao grupo de soldados e passou por cima deles. Os soldados atiraram no terrorista. Ele deu ré e passou por cima deles novamente.”
              A polícia confirmou que o incidente foi de fato um ataque terrorista, como pode ser evidenciado pelo fato de o motorista ter dado ré e passado por cima dos corpos diversas vezes.
              Alguns de soldados ficaram presos debaixo do caminhão e tiveram que ser resgatados.
              O motorista do caminhão foi baleado e morto. Ele sem dúvida será honrado como um “mártir” pela Autoridade Palestina e por outros antagonistas de Israel.

              Fonte: Israel Today

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Lista de oração de Jerusalém – 5 de janeiro de 2016


              O Estado de Israel precisa de suas orações com urgência. A sociedade israelense está mais dividida hoje do que nos últimos 30 anos. O caso que está dividindo a população de Israel não seria nem um caso em ao menos 90% dos países do mundo. Em resumo, em março de 2016, um terrorista palestino atacou alguns soldados israelenses na cidade de Hebron. Ele matou um soldado israelense e se aproximou para matar outro. Ele foi baleado com cinco tiros por um soldado israelense, mas ainda não estava morto. Um dos jovens soldados israelenses viu o terrorista colocar a mão dentro do casaco e suspeitou que ele tivesse uma arma ou um cinto de bomba suicida por baixo do seu casaco. Naquele momento, o jovem soldado atirou e matou o terrorista. Tudo isso foi filmado por um repórter árabe e circulou pela mídia. O jovem soldados israelense de 18 anos foi preso e acusado de homicídio por ter matado o terrorista mesmo depois de ele já estar no chão.
              Nessa semana, o soldado israelense foi condenado e julgado culpado por homicídio por ter matado o terrorista. Agora existe um conflito interno generalizado na sociedade israelense. Alguns aplaudem o sistema judicial israelense, outros condenam. Os que aprovam o sistema e o juiz, dizem que, como judeus vivendo na terra de Israel, devemos nos ater aos mais altos padrões de justiça e o soldado é culpado por matar um homem que já estava no chão. Isso, no entanto, ignora que a pessoa que estava no chão havia sido neutralizada com cinco tiros por ter atacado os soldados e matado um deles. Também ignora que quando um árabe palestino mata um judeu, ele é louvado e celebrado e sua família recebe uma considerável quantia de dinheiro de países como Qatar, Arábia Saudita e Irã. Se o terrorista morre, sua família receberá uma pensão vitalícia desses mesmos países. Um soldado israelense tem que pensar duas vezes antes de matar um terrorista, porque ele pode ser acusado e julgado por homicídio e pode até ir para a cadeia.
              Então, esse caso agora está dividindo Israel ao meio. A população está muito dividida e também existem sentimentos fortes dos dois lados e alguns jovens israelenses estão se recusando a servir o exército e a lutar em unidades de combate, alegando que o Estado de Israel não apoia seus homens de uniforme. O racha nesta nação é profundo e precisamos de sua oração e intercessão. As questões não são físicas, são questões de fé e de retidão, entre a preocupação com a letra seca da lei e a compreensão de valores superiores de verdade e justiça que dá vida e considera mais do que a letra seca da lei. Como sabemos as palavras do apóstolo Paulo: “O qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica.” (2 Coríntios 3:6)
              Orem pelo Hamotzi (programa de distribuição de alimentos do Netivyah). Começamos o ano de 2017 com um novo grupo de pessoas enviadas pelo departamento social da cidade. Estamos alimentando 130 das famílias mais pobres de Jerusalém. Em média, cada família que está recebendo alimento do Netivyah tem seis bocas para alimentar. Isto faz o número de pessoas recebendo esta graça chegar a 680 almas. Existem pessoas de toda raça e grupo na cidade de Jerusalém. Temos etíopes, russos, jerusalemitas antigos, árabes, judeus ortodoxos, sobreviventes do Holocausto e alguns idosos que não conseguem nem vir buscar o alimento eles mesmo, outros vêm pegar por eles. Estimamos cada um de vocês que têm apoiado o programa Hamotzi. Amamos as pessoas de Jerusalém e estamos fazendo o nosso melhor para obedecer ao mandamento apostólico de cuidar dos pobres e dos santos de Jerusalém. Na verdade, os apóstolos levantavam fundos entre as congregações da Ásia Menor (hoje a Turquia) e da Grécia e de Roma, e traziam os recursos pessoalmente e davam o dinheiro para os santos e pobres em Jerusalém no Templo, como sacrifício a Deus pelos pobres em Jerusalém. “Ora, muitos anos depois, vim trazer à minha nação esmolas e ofertas.” (Atos 24:17). O contexto dessa passagem é Paulo e seus discípulos no Templo em Jerusalém.
              O Netivyah agradece sua generosidade para com o programa Hamotzi, mas quer lembrar a todos vocês que existem outras necessidades, especialmente o fundo geral, que provê recursos para as publicações, o pagamento dos salários e a transmissão da rádio Kol HaYeshua.
              Neste Shabat leremos a última Parashá do livro de Gênesis 47:28 – 50:26. O nome dessa porção é Vaiechí (Ele viveu). É interessante porque nessa leitura, Jacó morre e José morre. No entanto, a coisa mais importante dessa leitura é a bênção que Jacó dá a seus filhos. Essas bênçãos serviram de inspiração para toneladas de literatura no período inter-testametário e na literatura do Midrash, posteriormente no judaísmo. Não entrarei em detalhes nesse assunto tão importante e tão vasto agora, mas gostaria de compartilhar uma palavra sobre a leitura dessa porção. “O anjo que me livrou de todo o mal, abençoe estes rapazes, e seja chamado neles o meu nome, e o nome de meus pais Abraão e Isaque, e multipliquem-se como peixes, em multidão, no meio da terra.” (Gênesis 48:16). É dessas palavras de Jacó que Yeshua comanda seus apóstolos a serem pescadores de homem. É interessante que até mesmo esse mandamento de compartilhar as boas novas do Evangelho com pessoas de todas as nações é baseado na Torá. Yeshua, nosso Senhor, nosso Professor e nosso Rabino, Salvador e exemplo foi um professor da Torá e durante os anos de seu ministério na Galileia ele foi considerado um grande rabino e foi convidado por todas as sinagogas da Galileia para ensinar no Shabat. “Então, pela virtude do Espírito, voltou Jesus para a Galiléia, e a sua fama correu por todas as terras em derredor. E ensinava nas suas sinagogas, e por todos era louvado.” (Lucas 4:14,15). Este aspecto do ministério e da pessoa de Yeshua é na maioria das vezes esquecido e negligenciado. Não podemos permitir isso – Yehsa não é apenas Senhor, mas também um Rabino e um Professor da Sabedoria de Deus.
              Por favor, continuem orando pela minha família. Continuem orando pelo Barry, meu filho. Ele ainda tem uma grande abertura em seu abdômen e a cura está acontecendo, mas bem devagar. Ele ainda está sofrendo. Barry precisa de suas orações. A Marcia, minha esposa, também precisa de suas orações por sua saúde e fortalecimento. Assim como Danah e Noam, nossa filha e neta. Elas têm que lidar com tantas questões de saúde e outras questões também que ocupam suas vidas.
              Orem por mim, por favor, semana que vem começarei meu tour de ensinamentos de 2017, em Amsterdã, na congregação Beit Yeshua. O tópico do ensino este ano é fascinante, mas se mal interpretado, pode se tornar controverso. Estarei ensinando sobre “Yeshua e Paulo”. É um estudo comparativo e apologético, tanto para Yeshua quanto para Paulo, e mostrarei as razões para as diferenças na ênfase e no cenário entre os ensinos de Paulo e de Yeshua. Eu preciso de suas oracoes por resistência necessária para ensinar intensivamente por muitas horas por dia, estando eu já com mais de 70 anos de idade. Tenho certeza que o estudo será interessante e inspirador para todos os que assistirem ao seminário. É algo que não se ouve na maioria das igrejas e abre o entendimento sobre os ensinos de Yeshua e de Paulo. Um dos motivos pelo qual escolhi este tópico é porque Paulo está debaixo de grande ataque entre os acadêmicos hoje em dia e eu creio que como Judeu e discípulo de Yeshua, eu devo reconciliação a ambos. Por favor, orem pelo Lion, o rabino da congregação Beit Yeshua, em Amsterdã. Lion será meu tradutor por muitas oras por dia e precisa da unção do Espírito Santo tanto quanto eu.
              Deus abençoe todos vocês que oram pela cura de pessoas que nem conhecem pessoalmente. Em minha opinião, essa é a oração mais eficaz. Por essa razão, eu realmente creio nas suas orações e na sua sinceridade em clamar ao Deus de Israel para abençoar, curar, ajudar e responder as orações do justo, por amor de Seu Reino e de Israel.
              Por favor, continuem orando pelos irmãos e irmãs que estão doentes ao redor do mundo. Gostaria de pedir que orassem por alguns amigos que precisam de uma bênção de Deus em seu trabalho: Chung e irmã Lee. Tenho uma preocupação em especial com o irmão Goh e sua família e pela irmã Christy, irmã Laurel e irmão Michael Kenzevic. Esses são irmãos e irmãs que têm necessidades em seus trabalhos e Deus é gracioso e abençoa aqueles que se preocupam em abençoar outros.
              Por favor, não se esqueçam de orar por cura e força de nossos queridos irmãos em Murfreesboro. Orem por Bobby, Emmet, Joe M. e Gloria D. Essas são pessoas especiais e amigos que têm lutado contra sérios problemas de saúde e precisamos mantê-los em nossas orações.
              Por favor, não se esqueçam de orar pela nossa querida irmã Ruby e por um dos meus melhores professores, Dr. John McRay.
              Continuamos orando por Gary, em Jerusalém. Gary está agora nos Estados Unidos para o enterro de seu pai. O pai do Gary morreu já com idade avançada, mas ainda assim é doloroso e difícil, então orem por Gary e sua família. Nancy também está nos EUA agora e continuamos orando por Aaron (filho de Don e Nancy), ele ainda está lutando contra um tumor em seu cérebro, por favor, orem por ele! Eu tenho que dar a notícia que Aaron teve certa melhora e voltou a trabalhar. Yuri Marianenko, um membro da nossa congregação em Jerusalém, está lutando contra um câncer de próstata. Nossos queridos irmãos e irmãs precisam de suas oracoes: Ahuva Ben Meir, David Stern, Marcia Shulam, Sarit, Miriam, Ilana e Leah. Orem também por nossa querida irmã Lydia – peçam a Deus para encorajá-la e fortalecê-la.
              Oramos também por nossos irmãos e irmãs Ruby, Clara, Paulo, Naomi, Tim Tucker, Anna, Anne-Mirijami, Satu-Maria, Anna-Majia, Sinni Tuuli, Erki e Sirpa, e Evelina, Eva H., e nossa querida irmã Liz J., na Georgia, e Horace e June, pais da Marcia.
              Oramos especialmente pelos pais de Marcelo Guimarães, em Belo Horizonte. Oramos pelos seguintes irmãos e irmãs: Pastor Curita, em Tóquio, Toru San, e o marido de Yumi, Sadako San, Shoko San, Takeo Sensei e Tomoko San, todos nos Japão.
              Que todos nós possamos olhar além dessa vida e do vale de lágrimas e estarmos preparados para a glória eterna. Preparem-se agora, para quando chegar a hora e formos chamados para casa, nossas malas estejam prontas e estaremos prontos para subir e subir e não para descer e descer. Esta não é uma mensagem melancólica, mas otimista e realista, para nos encorajar e nos preparar, para termos a melhor vida agora e eternamente. Eu mesmo preciso me lembrar dessa verdade a fim de recuperar as forças e a energia para continuar, sabendo que meu trabalho não é em vão.
              Deus abençoe todos vocês e tudo o que vocês fazem, com alegria, frutos e novas oportunidades de fazer mais e crescer em bondade, saúde e benefícios, agora e sempre.

              Joseph Shulam

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Israel apagado do mapa nas escolas da ONU


              Uma investigação israelense sobre os livros escolares usados pelas escolas das Nações Unidas na Cisjordânia encontrou uma consistente deslegitimação e demonização do Estado de Israel.
              Esses livros – escritos pelo Ministério da Educação Palestina – são usados em escolas dirigidas pela Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA), tanto em Gaza quanto na Cisjordânia.
              No entanto, a descoberta mais chocante é que as escolas da ONU não ensinam as crianças palestinas a reconhecerem Israel como um país – nem com as fronteiras de 1947, nem com nenhuma fronteira.

Imagem dos países do Oriente Médio em um dos livros. "Palestina" é sobreposta a todo Israel.

              A pesquisa foi apresentada pelo Dr. Arnon Gross, que traduziu os livros, e pelo Dr. Ronni Shaked, do Instituto de Pesquisa Harry Truman, na Universidade Hebraica de Jerusalém.
              Em um dos livros de história, o Sionismo é definido como um movimento colonialista fundado por judeus europeus, com a finalidade de ajuntar os judeus de todo o mundo e colocá-los na Palestina, junto com outros países árabes vizinhos. O texto argumenta que o Sionismo faz isso através de métodos como imigração e forçando a população árabe a sair de sua terra.
              Nenhuma menção é feita com relação à conexão histórica ou religiosa dos judeus com a terra de Israel ou com Jerusalém nestes livros usados pela UNRWA. As escolas também não mencionam nenhum local sagrado para os judeus em seu material – nenhuma menção ao Muro das Lamentações, Caverna dos Patriarcas ou Tumba de Raquel.
              Ao invés disso, os textos ensinam que todos esses locais são sagrados para os muçulmanos e que os judeus estão tentando ilegitimamente controlá-los.
              Ainda, as crianças nas escolas da UNWRA são ensinadas que os massacres dos judeus pelos árabes em 1929 (especificamente em Safed, Hebron e Jerusalém) são chamados de “a Revolta de Al Buraq” e foram realizados para impedir que os judeus conquistassem e ocupassem essas cidades sagradas.
              Mais de 130 judeus foram mortos pelos seus vizinhos árabes durante esses massacres.

Selo britânica da época do Mandato. À direita, as três línguas incluídas no selo original. À esquerda, o selo adulterado usado nos livros, com o hebraico completamente apagado.

              Os textos usados pela ONU para ensinar as crianças palestinas negam até a existência da língua hebraica. Um dos livros tem uma figura de um selo usado durante o Período do Mandato Britânico, onde está escrito em hebraico, árabe e inglês. Porém, no livro escrito pelos palestinos, o hebraico foi apagado, deixando apenas o inglês e o árabe.
              Além disso, não há referência à presença de judeus em Israel, com as cidades judaicas estabelecidas depois de 1948 apagadas do mapa dado às crianças palestinas. Tel Aviv, originalmente nomeada após o título do livro de Herzl, Altneuland, é renomeada “Tel al-Rabia”. A palavra al-rabia significa primavera em árabe.

"Tel al-Rabia", circulada, aparece no lugar de Tel Aviv, no mapa da "Palestina" usado nas escolas da ONU. Nenhuma cidade judaica construída após 1948 é mencionada.

              O incitamento nos livros palestinos é bem conhecido e documentado. O presidente palestino, Mahmoud Abbas, falou sobre o assunto diversas vezes e concordou em fazer parte de um comitê israelense/árabe/americano a fim de produzir novos livros. No entanto, este comitê ainda não se reuniu.
              A pesquisa foi conduzida pelo Centro de Pesquisa de Políticas do Oriente Próximo e foi publicada menos de duas semanas após a resolução do Conselho de Segurança da ONU, declarando que as construções e assentamentos na Cisjordânia e Jerusalém Oriental são ilegais.
              As escolas da ONU foram usadas previamente pelo Hamas como depósito de armas, durante a Operação Protective Edge, em julho e agosto de 2014.
              Fonte: Ynet News

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Lista de oração de Jerusalém – 30 de dezembro de 2016


              A leitura deste shabat nas sinagogas é no livro de Gênesis 41:1-44:17. O nome em hebraico desta porção é Mikêtz. Esta é a parte central da história de José, no Egito, e o interlúdio entre José e seus irmãos. Eu quero concentrar no sucesso de José em meio à sua difícil jornada. Normalmente, uma pessoa que é jogada na prisão por acusações falsas, mesmo sendo libertada, não sobe ao topo da liderança no Egito. Veja como Gênesis descreve a posição de José no Egito: “Disse mais Faraó a José: Vês aqui te tenho posto sobre toda a terra do Egito. E tirou Faraó o anel da sua mão, e o pôs na mão de José, e o fez vestir de roupas de linho fino, e pôs um colar de ouro no seu pescoço. E o fez subir no segundo carro que tinha, e clamavam diante dele: Ajoelhai. Assim o pôs sobre toda a terra do Egito. E disse Faraó a José: Eu sou Faraó; porém sem ti ninguém levantará a sua mão ou o seu pé em toda a terra do Egito.” (Gênesis 41:41-44)
              Então, qual o segredo do sucesso de José no Egito? Semana passada eu escrevi sobre o otimismo e a confiança sem fim de José nas visões e sonhos que Deus havia dado a ele. Esta semana quero analisar brevemente o seu sucesso perante Faraó e os egípcios.
1.       José está na prisão – ele está fazendo aquilo que sabe fazer melhor. Ele não se importa de servir e ser prestativo aos egípcios. Não há amargura em seu coração.
2.       Ele está aceitando as circunstâncias e faz o melhor para ser sincero e honesto com todos ao seu redor.
3.       Ele dá o melhor conselho a Faraó e a seus homens sobre o que é melhor para o Egito. (José não tem dupla lealdade. Agora que ele está integrado como um egípcio, ele não se esquece de suas origens, mas ele dá 100% de suas habilidades para ser uma bênção para o Egito. Isso é importante, porque temos metade da população de judeus espalhados pelo mundo e muitos tipos de José são servidores públicos nos Estados Unidos e trabalham em secretarias de fazenda. São líderes da pirâmide financeira nos Estados Unidos e salvaram por diversas vezes esse país da falência. O legado de José no Egito é similar ao de muitos judeus que foram bem sucedidos e prosperaram em seus países, não só nos Estados Unidos, mas também na Europa e na América do Sul.
4.       Judeus como José no Egito se esforçam para se destacar em seus trabalhos e empregos na diáspora.
5.       José não apenas deu a interpretação para o sonho de Faraó, mas também deu conselhos práticos de como evitar a fome e o sofrimento dos egípcios durante os sete anos magros.
6.       José se fez útil em todos os lugares por onde passou. Ele deu o seu melhor para servir tanto os amigos quanto aqueles que eram menos que amigos. Apenas pense sobre isso, ele era escravo na casa de Potifar e ainda assim realizou um trabalho tão bom como escravo que Potifar o colocou como chefe da sua casa.
Se você se sente rejeitado pelas pessoas em seu trabalho e seu coração está amargo e você tem inveja das pessoas, pare! Comece a procurar por maneiras de abençoar e servir e se destacar em qualquer trabalho que você tenha que fazer, mesmo que seja sem importância ou indigno para você. Siga o exemplo de José, não importa onde você esteja, não seja um alienado, encontre um lugar onde você possa contribuir e dar o seu melhor! Depois disso, apenas espere no Senhor e ore!
Nesta última semana celebramos o Festival de Hanuká. Hanuká é mencionado em João 10:22 – “E em Jerusalém havia a festa da dedicação, e era inverno.” Na verdade, essa é uma das primeiras menções de Hanuká (ou Festa da Dedicação). Na primeira noite de Hanuká, o Conselho de Segurança da ONU votou uma das decisões mais ultrajantes anti-Israel. A decisão foi aprovada porque os Estados Unidos, que têm o poder de veto, se abstiveram. Primeiramente, eu gostaria de pedir que você orasse e orasse fervorosamente a favor de Israel, Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Alemanha, Angola, Nova Zelândia, Rússia, Ucrânia e outros. Nos últimos anos, o Conselho de Segurança da ONU votou 20 vezes contra Israel. Durante este tempo, a Síria matou cerca de 800.000 pessoas e sendo mais de 200.000 cristãos – e o Conselho de Segurança da ONU não passou nenhuma resolução contra a Síria. Existe uma guerra sangrenta no Sudão do Sul contra os cristãos e o Conselho de Segurança da ONU é surdo e mudo e não votou nenhuma resolução, nenhuma condenação. Iraque e Turquia e outros cometeram crimes contra a humanidade, prenderam dezenas de milhares de pessoas sem provas, executaram pessoas sem o devido processo legal. As Nações Unidas têm sido como os três macacos: não vê nenhum mau, não fala nenhum mau, não ouve nenhum mau, para todo o mundo. Apenas para Israel eles usam o Telescópio Hubbard para ver as maldades que não existem a fim de condenarem Israel. Vou dizer a vocês, queridos amigos ao redor do mundo, quais as conseqüências das decisões da ONU para os judeus e para os cristãos!
 Essa é uma das afirmações mais sem sentido nessa resolução: o Conselho de Segurança da ONU “não reconhecerá qualquer mudança nas fronteiras de 4 de junho de 1967, incluindo com relação à Jerusalém, com exceção daquelas acordadas entre as partes através de negociações”e “convoca” a todos os Estados a “distinguir, em suas relações pertinentes, entre o território do Estado de Israel e os territórios ocupados desde 1967”.
Esta declaração, por si só, está afirmando que Jerusalém Oriental é um território ocupado, incluindo a cidadela de Davi. Hebron, a primeira capital real do rei Davi, é território ocupado… e por isso, de acordo com a ONU, não pertence a Israel e Israel não pode construir ou mudar nada em “territórios ocupados”. Pense sobre a resolução aprovada pela UNESCO, onde afirma que Jerusalém Oriental, incluindo o Muro das Lamentações e a cidade de Davi, não tem nada a ver com os judeus – pertence ao árabes/palestinos. Agora o Conselho de Segurança da ONU vota que Israel não pode mudar nada desde 1967. Bem, eu andei pelas ruas da cidade antiga de Jerusalém em junho de 1967. O esgoto corria a céu aberto pelas ruas, não havia água canalizada em alguns bairros e o Quarteirão Judaico estava destruído. Em Hebron, por 700 anos, judeus e cristãos eram proibidos de entrarem na tumba de Abraão, Isaque, Sara, Rebeca, Lia e Jacó. Desde junho de 1967, todos, judeus, muçulmanos e cristãos, são bem vindos a visitar qualquer parte de Jerusalém, Hebron e qualquer outro lugar onde Israel governa.
Com Israel, não temos que nos preocupar muito, mas temos que orar para que a reação do governo israelense seja sábia e apropriada e alinhada com a vontade de Deus.
Orem pelos Estados Unidos, os últimos 8 anos foram os mais difíceis – a administração dizia uma coisa sobre Israel, mas nos bastidores fazia o contrário. Todos nós conhecemos as promessas de Deus com relação a Israel:
- “E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.” (Gênesis 12:3)
- “Ah! Sião! Escapa, tu, que habitas com a filha de babilônia. Porque assim diz o Senhor dos Exércitos: Depois da glória ele me enviou às nações que vos despojaram; porque aquele que tocar em vós toca na menina do seu olho. Porque eis aí levantarei a minha mão sobre eles, e eles virão a ser a presa daqueles que os serviram; assim sabereis vós que o Senhor dos Exércitos me enviou.” (Zacarias 2:7-9)
Orem por Israel! Com o movimento BDS (boicote, desinvestimento e sanções) contra Israel e agora as decisões da ONU contra Israel, os árabes/palestinos estão recebendo um vento que está impulsionando e encorajando-os a voltarem com o terrorismo organizado mais ativo contra Israel.
Orem pelo ano de 2017. Pelos desafios de paz no Oriente Médio e pelos desafios do Presidente Eleito dos EUA, Donald Trump, que assume o governo depois do dia 20 de janeiro de 2017. Orem também pelo governo de Israel, para que tenham sabedoria divina tanto com os assuntos internos quanto externos que estamos enfrentando. Sem a ajuda de Deus, Israel não consegue sobreviver.
Orem pelo desenvolvimento entre os rabinos ortodoxos, que têm uma mente aberta para ver e entender as bênçãos e os benefícios para o povo judeu e para o mundo em restaurar um relacionamento saudável com os judeus discípulos de Yeshua em Israel e no mundo.
Barry, nosso filho, ainda está com uma ferida aberta em seu abdômen e a ferida ainda está drenando. Por favor, orem para que a ferida seque e continue sarando e fechando o buraco. Barry e Beth têm sido corajosos e não reclamam (muito), mas eles precisam de orações e do toque de cura do Senhor, para acelerar a cura e possibilitar a volta ao trabalho e à vida normal.
Continuem orando pelos doentes da nossa lista e daqueles que vocês conhecem.
Devemos continuar orando pela rádio Kol HaYehsua, que tem transmitido as boas novas em hebraico e russo para todo o Oriente Médio.
Feliz ano novo a todos vocês! Que o Senhor abençoe a cada um de vocês com clareza na sua fé, com um ano de cura no corpo e na alma e nos seus relacionamentos, com um ano de prosperidade nas coisas desse mundo e especialmente que o Espírito de Deus prospere em vocês!
Deus abençoe vocês em 2017!

Joseph Shulam